Montenegro considera irrealista a implementação da nova Lei das Finanças Locais em 2027
Montenegro avisa autarcas. É “pouco realista” ter nova Lei das Finanças Locais em 2027

Image: Sapo
O primeiro-ministro de Portugal, Luís Montenegro, afirmou que a entrada em vigor da nova Lei das Finanças Locais em 2027 é 'pouco realista'. Apesar disso, garantiu que o Governo dará um impulso significativo para atender às demandas dos municípios, que buscam maior autonomia financeira.
- 01Luís Montenegro, primeiro-ministro de Portugal, reconheceu que a nova Lei das Finanças Locais (LFL) pode não entrar em vigor em 2027 como prometido.
- 02O presidente da ANMP, Pedro Pimpão, reiterou que a LFL é essencial para garantir mais autonomia e previsibilidade para os municípios.
- 03Um Grupo de Trabalho foi criado pelo Governo para revisar a LFL, com resultados esperados até o final de 2026.
- 04Pimpão destacou as dificuldades financeiras enfrentadas pelas autarquias devido ao subfinanciamento de competências já assumidas.
- 05A nova LFL visa transformar a gestão financeira das autarquias, promovendo uma maior equidade territorial.
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Durante uma conferência no Porto sobre os 50 anos do poder local, o primeiro-ministro de Portugal, Luís Montenegro, declarou que a implementação da nova Lei das Finanças Locais (LFL) em 2027 é 'pouco realista'. Ele ressaltou a necessidade de 'moderar os ânimos' em relação às expectativas dos municípios. O presidente da Associação Nacional dos Municípios Portugueses (ANMP), Pedro Pimpão, contestou essa afirmação, lembrando que a promessa de 2027 foi feita por Montenegro anteriormente. O Governo criou um Grupo de Trabalho para revisar a LFL, que deverá apresentar resultados até o final de 2026, com o objetivo de reforçar a autonomia financeira das autarquias. Pimpão enfatizou que a nova LFL será crucial para fornecer os recursos financeiros necessários aos municípios, que enfrentam dificuldades devido ao subfinanciamento de suas competências. A expectativa é que a nova legislação promova uma gestão financeira mais equitativa e coesa entre as autarquias.
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As mudanças na LFL podem afetar diretamente a autonomia financeira e a capacidade de gestão dos municípios, impactando serviços públicos e investimentos locais.
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