"AD é muito boa para Portugal, mas um CDS forte é ainda mais"
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"Nós estamos ao dia de hoje onde queríamos estar? Continuamos a imprimir a nossa essência popular na forma de fazer política? Será que os portugueses ouvem a nossa voz? A resposta a estas perguntas deve ter como objetivo final prepararmo-nos para concorrer autonomamente a eleições, porque a AD é muito boa para Portugal, mas um CDS-PP forte é ainda mais, e é isso que nós queremos a sair deste congresso", afirmou. Catarina Marinho apresentou hoje ao 32.o Congresso do CDS-PP, que decorre entre hoje e domingo em Alcobaça, a moção de estratégia global da JP, intitulada "Tempo de decidir". A presidente da estrutura que representa os jovens centristas defendeu que só se o CDS se apresentar a eleições em listas próprias será possível "garantir que os milhares de portugueses que se reveem no humanismo cristão tenham uma escolha clara no boletim de voto". E defendeu que "um partido político pensa-se a longo prazo". Quando se dirigiu ao congresso, após a pausa para almoço no primeiro dia de trabalhos, Catarina Marinho disse que não é candidata a presidente do partido e que a JP não quer "acabar com a coligação que governa o país". "Não vemos nem fazemos do PSD um inimigo", indicou. "E estas considerações são importantes porque a nossa manifestação de interesses sobre este congresso é muito simples. Somos parte do Governo e bem, mas este é o congresso do CDS-PP e estamos aqui para discutir e decidir o futuro do nosso partido, e de mais nenhum outro, e como podemos melhorar Portugal através da democracia cristã. Nada mais que isto", apontou. A líder da JP referiu também que a moção que a estrutura apresentou ao congresso "é para discutir estratégias e não lideranças". Leia Também: Melo rejeita que CDS seja "muleta do PSD": "Não faz sentido nenhum"
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