TRF determina prazo de um ano para regularização de terras quilombolas na Bahia
TRF dá prazo de um ano para Incra concluir regularização de terras quilombolas na Bahia
G1 - O Portal
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O Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) estabeleceu um prazo de um ano para o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) concluir a regularização das terras de três comunidades quilombolas em Vitória da Conquista, Bahia. A decisão foi motivada pela longa demora do Incra em finalizar o processo iniciado em 2008.
- 01O TRF1 determinou um prazo de 12 meses para o Incra regularizar terras quilombolas na Bahia.
- 02A multa por descumprimento será de R$ 500 por dia.
- 03O processo administrativo foi iniciado em 2008 e estava paralisado.
- 04O Incra está atualizando o cadastro de famílias quilombolas em seis municípios da Bahia.
- 05As ações de cadastramento visam integrar famílias ao Programa Nacional de Reforma Agrária (PNRA).
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O Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) ordenou que o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) finalize a regularização fundiária de terras de três comunidades quilombolas — Ribeirão do Paneleiro, Batalha e Lagoa do Arroz — em Vitória da Conquista, Bahia, em até 12 meses. Caso o prazo não seja cumprido, o Incra enfrentará uma multa diária de R$ 500. A decisão foi tomada após o Ministério Público Federal (MPF) identificar a inércia do Incra em concluir um processo administrativo que teve início em 2008. O relator do caso, desembargador federal Newton Ramos, ressaltou que a administração pública deve agir com eficiência e que dificuldades administrativas não justificam atrasos prolongados, especialmente em questões que envolvem direitos fundamentais e a dignidade de comunidades tradicionais. Além disso, o Incra anunciou que está realizando ações de cadastramento de famílias quilombolas em seis municípios da Bahia, com o objetivo de integrar essas famílias ao Programa Nacional de Reforma Agrária (PNRA). O cadastro deve incluir pelo menos 1,4 mil famílias que já tiveram seus Relatórios Técnicos de Identificação e Delimitação (RTID) concluídos.
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A regularização das terras quilombolas permitirá que as comunidades tenham acesso a políticas públicas e direitos fundamentais, promovendo a dignidade e a identidade cultural dos povos tradicionais.
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