Suspeitos tentam aplicar golpe de R$ 1 bilhão na herança de fundador do grupo Unip/Objetivo
Quem são os suspeitos que se uniram para tentar dar um golpe de quase R$ 1 bilhão na herança do fundador do grupo Objetivo
G1 - O Portal
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Um empresário, um ex-policial civil e um árbitro judicial são investigados por tentar fraudar a herança de R$ 16 bilhões de João Carlos Di Genio, fundador do grupo Unip/Objetivo, que faleceu em fevereiro de 2022. A tentativa de golpe envolveu a apresentação de contratos falsificados e resultou em nove prisões preventivas.
- 01Grupo tentou aplicar golpe de quase R$ 1 bilhão na herança de João Carlos Di Genio.
- 02Os suspeitos incluem Luiz Teixeira da Silva Júnior, Rubens Maurício Bolorino e Wagner Rossi Silva.
- 03Contratos falsificados foram usados para reivindicar uma dívida de R$ 635 milhões.
- 04A câmara arbitral Fonamsp, ligada a Wagner Rossi, foi utilizada para validar o golpe.
- 05As autoridades estão investigando por estelionato, falsidade ideológica e organização criminosa.
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Um grupo de suspeitos, incluindo Luiz Teixeira da Silva Júnior, Rubens Maurício Bolorino e Wagner Rossi Silva, está sendo investigado por tentar aplicar um golpe de quase R$ 1 bilhão na herança de João Carlos Di Genio, fundador do grupo Unip/Objetivo, que faleceu em fevereiro de 2022, deixando uma herança estimada em R$ 16 bilhões. A fraude foi descoberta quando uma empresa desconhecida da família apresentou uma cobrança de R$ 635 milhões com contratos que supostamente continham a assinatura de Di Genio, mas que foram considerados falsificados. As investigações revelaram que as assinaturas foram digitalmente inseridas em documentos fictícios. Após a família solicitar os documentos originais, que não foram apresentados, a empresa recorreu a uma câmara arbitral, a Fonamsp, para tentar validar a cobrança. A câmara, que é uma entidade privada, foi usada para dar aparência de legalidade ao processo. As autoridades já decretaram nove prisões preventivas, mas apenas um suspeito foi detido até agora. O caso levanta questões sobre a regulação das câmaras arbitrais no Brasil e a possibilidade de responsabilização civil e penal em casos de fraude.
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Este caso pode impactar a forma como as câmaras arbitrais operam no Brasil, especialmente em relação à sua regulação e supervisão.
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