Sobrevivente de tentativa de feminicídio em São Gonçalo fala sobre o ataque pela primeira vez
Dois meses depois, esfaqueada mais de 15 vezes fala sobre tentativa de feminicídio pela 1a vez: 'Não estamos seguras na própria casa'
G1 - O Portal
Image: G1 - O Portal
Alana Anísio Rosa, de 20 anos, sobreviveu a uma tentativa de feminicídio em sua casa em São Gonçalo, Rio de Janeiro, onde foi esfaqueada 15 vezes. Em um vídeo, ela expressa sua luta por justiça e destaca a insegurança das mulheres, mesmo em seus lares. O agressor, Luiz Felipe Sampaio, está preso e a primeira audiência do caso ocorrerá em breve.
- 01Alana Anísio Rosa foi esfaqueada 15 vezes por Luiz Felipe Sampaio em sua casa.
- 02Ela fala pela primeira vez sobre o ataque e pede justiça em um vídeo nas redes sociais.
- 03A mãe de Alana destaca a insegurança das mulheres em seus próprios lares.
- 04O agressor permanece preso e a primeira audiência do caso está agendada para o dia 15.
- 05Alana expressa gratidão à equipe médica que a atendeu após quase um mês de internação.
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Alana Anísio Rosa, uma jovem de 20 anos, se pronunciou publicamente pela primeira vez sobre a tentativa de feminicídio que sofreu em sua casa, em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro. Em fevereiro, ela foi esfaqueada 15 vezes por Luiz Felipe Sampaio, que foi preso em flagrante pelo crime. Em um vídeo, Alana enfatizou a brutalidade do ataque e a insegurança que as mulheres enfrentam, mesmo em seus lares. "O que aconteceu comigo não pode ser esquecido. Apesar de ter sobrevivido, continua sendo brutal", afirmou. A jovem esteve internada por quase um mês e, após receber alta, expressou sua gratidão à equipe médica. A primeira audiência do caso está marcada para o dia 15 de março no Fórum de Alcântara, onde Alana espera que o agressor receba uma pena severa. A mãe de Alana, Jaderluce Anísio de Oliveira, também destacou a importância de não tolerar a violência contra as mulheres e pediu justiça, ressaltando que a vida de sua filha é uma prova de que a vida é mais forte que a violência.
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O caso de Alana destaca a necessidade urgente de discutir a segurança das mulheres e a violência de gênero no Brasil, incentivando ações para melhorar a proteção e a justiça.
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