BYD é incluída na lista negra de trabalho análogo à escravidão no Brasil
BYD na lista negra de trabalho análogo à escravidão no Brasil
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A BYD, fabricante chinesa de automóveis, foi adicionada à lista negra de empresas por trabalho escravo no Brasil, após a detecção de 163 trabalhadores chineses em condições análogas à escravidão em sua fábrica na Bahia. A empresa enfrenta consequências reputacionais e dificuldades de acesso a empréstimos devido a essa situação.
- 01A BYD foi incluída na 'lista suja' do Ministério do Trabalho e Emprego do Brasil.
- 02A fiscalização detectou 471 trabalhadores chineses, 163 deles em condições análogas à escravidão.
- 03Os trabalhadores enfrentavam jornadas de trabalho excessivas e condições de vida precárias.
- 04A BYD alega não ter responsabilidade, atribuindo a culpa à empreiteira contratada.
- 05A lista negra impacta a reputação da empresa e seu acesso a financiamentos.
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A BYD, fabricante chinesa de automóveis, foi adicionada à 'lista suja' do Ministério do Trabalho e Emprego do Brasil, que expõe empregadores que mantêm funcionários em condições análogas à escravidão. A atualização da lista ocorreu em 6 de abril de 2024, após uma fiscalização que identificou 471 trabalhadores chineses, dos quais 163 estavam em condições degradantes. Esses trabalhadores, que foram introduzidos no Brasil de forma irregular, enfrentavam jornadas de trabalho de até dez horas diárias sem folgas regulares e condições de vida extremamente precárias, como camas sem colchões e falta de banheiros adequados. A BYD, que possui uma fábrica na Bahia, inaugurada em outubro de 2023, negou a responsabilidade, afirmando que a culpa recai sobre a empreiteira Jinjiang Construction Brazil, encarregada da contratação. No entanto, as autoridades brasileiras afirmam que a empreiteira é responsável pelas condições degradantes. A inclusão na lista negra pode afetar a reputação da BYD e limitar seu acesso a empréstimos no Brasil.
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A inclusão da BYD na lista negra pode afetar a economia local, especialmente no setor de construção e emprego, além de gerar um debate sobre as condições de trabalho no Brasil.
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