STJ Avalia Retorno de Ex-Presidente da Vale como Réu por Tragédia em Brumadinho
Tragédia em Brumadinho: STJ julga se ex-presidente da Vale volta a ser réu por rompimento de barragem
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O Superior Tribunal de Justiça (STJ) do Brasil retoma o julgamento sobre a possibilidade de reabrir ações penais contra Fábio Schvartsman, ex-presidente da Vale, pelo rompimento da barragem em Brumadinho, que causou a morte de 270 pessoas em janeiro de 2019. O Ministério Público Federal (MPF) alega que há evidências suficientes para reincluir Schvartsman como réu.
- 01O julgamento no STJ busca reabrir ações penais contra Fábio Schvartsman, ex-presidente da Vale.
- 02O rompimento da barragem em Brumadinho em janeiro de 2019 resultou na morte de 270 pessoas.
- 03Dois dos três magistrados até agora votaram a favor da reinclusão de Schvartsman como réu.
- 04O MPF denunciou Schvartsman por homicídio duplamente qualificado e crimes ambientais.
- 05O processo criminal atualmente envolve 17 réus, incluindo duas empresas.
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O Superior Tribunal de Justiça (STJ) do Brasil deve retomar nesta terça-feira (7) o julgamento sobre o recurso do Ministério Público Federal (MPF) que busca reabrir as ações penais contra Fábio Schvartsman, ex-presidente da Vale, pelo rompimento da barragem em Brumadinho, ocorrido em janeiro de 2019. O desastre resultou na morte de 270 pessoas, incluindo duas mulheres grávidas, e contaminou o Rio Paraopeba com rejeitos de mineração. Em março de 2023, Schvartsman foi denunciado pelo MPF por homicídio duplamente qualificado e crimes ambientais, tornando-se réu. No entanto, em março de 2024, o Tribunal Regional Federal (TRF6) decidiu trancar as ações penais contra ele, alegando falta de evidências mínimas de conduta criminosa. Até agora, três magistrados se manifestaram no STJ, com dois votando a favor da reinclusão de Schvartsman como réu, enquanto um se opôs, argumentando que não é razoável exigir que o presidente da empresa controle todas as barragens. O julgamento, que envolve um total de 17 réus, incluindo outras 15 pessoas e duas empresas, continua com a fase de oitivas das testemunhas prevista até março do próximo ano, e os interrogatórios dos réus começarão em maio de 2027.
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A decisão do STJ pode influenciar a responsabilização de executivos em casos de desastres ambientais, afetando a percepção pública sobre a segurança das operações de mineração.
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