Influenciadora ligada ao PCC revela complexidade do crime organizado no Brasil
Esquema de influenciadora com PCC revela sofisticação do crime

Image: O Globo
A prisão da influenciadora digital Deolane Bezerra em São Paulo destaca a infiltração do crime organizado, especialmente do Primeiro Comando da Capital (PCC), na economia formal. Acusada de lavar dinheiro para a facção, Bezerra foi identificada em um esquema que envolvia depósitos fracionados e movimentações financeiras ilícitas, evidenciando a necessidade de uma integração mais eficaz das forças de segurança no combate ao crime organizado.
- 01Deolane Bezerra, com 21,7 milhões de seguidores, é acusada de atuar como 'caixa' do PCC, lavando recursos ilícitos.
- 02A Polícia Civil bloqueou 39 veículos avaliados em R$ 8 milhões e congelou R$ 357,5 milhões, incluindo R$ 27 milhões em nome de Deolane.
- 03A investigação revelou vínculos diretos de Deolane com Marcos Herbas Camacho, conhecido como Marcola, líder do PCC.
- 04A Operação Carbono Oculto identificou uma rede de mil postos de combustíveis envolvidos na venda de álcool adulterado, ligando o PCC à economia formal.
- 05A urgência de um plano nacional coordenado para enfrentar o crime organizado foi destacada, após a aprovação da lei das facções criminosas pelo Congresso.
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A prisão da influenciadora digital Deolane Bezerra em São Paulo evidencia a crescente infiltração do crime organizado, particularmente do Primeiro Comando da Capital (PCC), na economia formal. Deolane, que possui 21,7 milhões de seguidores, é acusada de ser uma 'caixa' do PCC, envolvida em esquemas de lavagem de dinheiro. A investigação, realizada pela Polícia Civil e pelo Ministério Público, revelou que ela utilizava depósitos fracionados para ocultar valores ilícitos, movimentando recursos que retornavam ao PCC. Durante a operação, foram bloqueados 39 veículos avaliados em R$ 8 milhões e congelados R$ 357,5 milhões, sendo R$ 27 milhões em nome da própria Deolane. A conexão dela com o líder da facção, Marcos Herbas Camacho, conhecido como Marcola, foi confirmada através de bilhetes apreendidos e movimentações financeiras. Além disso, a Operação Carbono Oculto mapeou uma rede de postos de combustíveis que vendiam álcool adulterado, evidenciando a complexidade das operações do PCC. Diante desse cenário, especialistas ressaltam a necessidade urgente de integrar as forças de segurança em um plano nacional eficaz para combater o crime organizado no Brasil.
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A crescente infiltração do crime organizado na economia formal pode afetar a segurança pública e a confiança nas instituições financeiras.
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