Ministra do Ambiente rejeita proposta de cogestão da bacia do Mondego
Ministra do Ambiente rejeita proposta para bacia do Mondego
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A ministra do Ambiente de Portugal, Maria da Graça Carvalho, rejeitou a proposta de criação de uma empresa pública para a cogestão da bacia do Mondego, apresentada em um relatório técnico sobre cheias. Em vez disso, ela defendeu a colaboração de várias entidades, incluindo a Agência Portuguesa do Ambiente e as câmaras municipais, para gerenciar o sistema hidrológico.
- 01O relatório técnico recomenda a criação de uma empresa pública para a cogestão da bacia do Mondego, mas a ministra do Ambiente discordou dessa proposta.
- 02A ministra sugeriu que a cogestão deve envolver a Agência Portuguesa do Ambiente, câmaras municipais e outros stakeholders, como agricultores e Proteção Civil.
- 03Ana Abrunhosa, presidente do município de Coimbra, reafirmou o compromisso de proteger a infraestrutura crítica do Baixo Mondego.
- 04O relatório também defende a correção de anomalias em diques e a remoção de vegetação no leito do rio para prevenir cheias.
- 05Medidas adicionais incluem estudos sobre as interações entre o viaduto da autoestrada A1 e o leito do rio, visando reforçar a segurança da área.
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Em uma sessão realizada em Coimbra, o relatório técnico sobre as cheias de 2026 na bacia do Mondego foi apresentado, propondo dez recomendações para melhorar a gestão de riscos, incluindo novas obras e intervenções estruturais. O coordenador do grupo de trabalho, Armando Silva Afonso, sugeriu a criação de uma empresa pública para a cogestão do sistema hidrológico. No entanto, a ministra do Ambiente, Maria da Graça Carvalho, embora concordando com as conclusões do relatório, rejeitou essa proposta, preferindo uma abordagem colaborativa que envolvesse a Agência Portuguesa do Ambiente, câmaras municipais e outros stakeholders. Ana Abrunhosa, presidente da Câmara Municipal de Coimbra, expressou seu compromisso em proteger o sistema hidrológico e garantir a segurança das comunidades. O relatório também destacou a necessidade de corrigir anomalias em diques e realizar estudos sobre as interações entre a autoestrada A1 e o leito do rio, enfatizando a importância de intervenções para prevenir futuras inundações.
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As decisões sobre a gestão da bacia do Mondego impactarão diretamente as comunidades locais, especialmente em relação à segurança contra inundações e à proteção de infraestruturas críticas.
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