Relatório sugere nova gestão para bacia do Mondego, mas ministra discorda
Relatório defende nova empresa para gerir bacia do Mondego, ministra recusa
Sapo
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Um relatório da Ordem dos Engenheiros propõe a criação de uma empresa pública para gerir a bacia do Mondego, mas a ministra do Ambiente rejeitou essa ideia. O documento recomenda 10 ações para prevenir cheias, incluindo intervenções estruturais e a manutenção da responsabilidade do Estado nas obras necessárias.
- 01O relatório propõe a criação de uma empresa pública para a gestão da bacia do Mondego, com responsabilidades em infraestrutura e manutenção.
- 02A ministra do Ambiente, embora alinhada com as recomendações, defende que a cogestão deve ser feita por uma equipe envolvendo várias entidades, como a Agência Portuguesa do Ambiente.
- 03Ana Abrunhosa, presidente do município de Coimbra, reafirmou o compromisso com a proteção do sistema hidraúlico e a segurança da população.
- 04O relatório sugere a revisão do método construtivo do viaduto da autoestrada 1, que impactou a estrutura dos diques na região.
- 05Medidas adicionais incluem a remoção de vegetação do leito do rio e levantamentos batimétricos periódicos para prevenir futuras inundações.
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Um relatório técnico elaborado pela Ordem dos Engenheiros, divulgado em Coimbra, recomenda a criação de uma empresa pública para gerir a bacia do Mondego, com foco na prevenção de cheias. O documento apresenta 10 recomendações, incluindo obras estruturais e reforço do controle de caudais. No entanto, a ministra do Ambiente, apesar de apoiar as conclusões, rejeitou a proposta de uma nova empresa, sugerindo que a cogestão deve ser feita por uma equipe que inclua a Agência Portuguesa do Ambiente e outras entidades locais. Ana Abrunhosa, presidente do município de Coimbra, expressou seu comprometimento com a proteção do sistema hidraúlico e a segurança das populações. O relatório também destaca a necessidade de revisar o método de construção do viaduto da autoestrada 1, que afetou os diques, e sugere intervenções para corrigir anomalias identificadas em estudos anteriores. Entre as medidas propostas estão a remoção de vegetação do leito do rio e a realização de levantamentos batimétricos para monitorar as condições do rio.
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As recomendações visam melhorar a segurança das comunidades ao redor da bacia do Mondego, prevenindo cheias que podem afetar a vida e a agricultura local.
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