Ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, é investigado por corrupção na refinaria Refit
Polícia Federal afirma que o ex-governador do RJ Cláudio Castro usou a máquina do estado para facilitar crimes da refinaria Refit
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A Polícia Federal do Brasil realizou buscas na residência do ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, em uma operação que investiga fraudes fiscais na refinaria Refit. Castro é acusado de usar a estrutura do governo para facilitar a sonegação de impostos, favorecendo a empresa de Ricardo Magro, que deve cerca de R$ 50 bilhões em tributos. A operação resultou na apreensão de bens e na decretação da prisão preventiva de Magro.
- 01A operação, chamada Sem Refino, investiga a utilização da máquina pública para beneficiar a refinaria Refit, que deve quase R$ 50 bilhões em impostos.
- 02Cláudio Castro é acusado de ter trocado o procurador-geral do Estado para facilitar os interesses da Refit, nomeando Renan Miguel Saad em vez de Bruno Dubeux.
- 03A Refit estava interditada desde setembro de 2025, mas a Procuradoria-Geral do Estado atuou para permitir sua reabertura sob ordens de Castro.
- 04O empresário Ricardo Magro, dono da Refit, está foragido e foi incluído na lista vermelha da Interpol após a decretação de sua prisão preventiva.
- 05Durante as buscas, a Polícia Federal apreendeu R$ 1,1 milhão em moeda estrangeira e bens luxuosos associados a membros do esquema.
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A Polícia Federal do Brasil conduziu uma operação em 15 de setembro de 2023, na qual buscou evidências na casa do ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, do PL, em relação a fraudes fiscais na refinaria Refit. A operação, denominada Sem Refino, investiga o uso da estrutura governamental para facilitar a sonegação de impostos, com a Refit devendo quase R$ 50 bilhões em tributos, incluindo mais de R$ 14 bilhões ao estado do Rio. As investigações revelam que Castro teria direcionado esforços da máquina pública em favor da Refit, favorecendo o empresário Ricardo Magro, que está foragido e teve sua prisão decretada. A PF também encontrou indícios de que a Refit operava como uma 'refinaria fantasma', importando combustíveis prontos para evitar impostos. Durante as buscas, foram apreendidos bens significativos, incluindo R$ 1,1 milhão em moeda estrangeira. Castro, que já é inelegível por oito anos devido a acusações de abuso de poder nas eleições de 2022, nega as acusações e afirma que todas as ações foram legais. A operação também envolveu a Secretaria da Fazenda do estado, que teria atuado como extensão da estrutura da Refit.
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A operação pode afetar diretamente a arrecadação de impostos no estado do Rio de Janeiro e a confiança nas instituições públicas.
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