Eduardo Bolsonaro Confirma Papel de Produtor-Executivo em Filme Sobre Seu Pai
Ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro admite que assinou documento como produtor-executivo do filme sobre o pai
G1 - O Portal
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O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro admitiu ter assinado um contrato como produtor-executivo do filme sobre seu pai, Jair Bolsonaro, revelando sua participação na gestão financeira do projeto. O contrato, datado de novembro de 2023, foi exposto pelo site Intercept Brasil e inclui detalhes sobre o financiamento e a estrutura do filme, intitulado inicialmente 'O Capitão do Povo'.
- 01O contrato foi assinado em janeiro de 2024, estabelecendo Eduardo como produtor-executivo ao lado de Mario Frias, ex-secretário de Cultura.
- 02Eduardo Bolsonaro declarou ter enviado R$ 350 mil (cerca de US$ 50 mil) para garantir o trabalho do diretor de Hollywood no filme.
- 03Um aditivo de contrato, datado de fevereiro de 2024, qualificou Eduardo como financiador do filme, embora não haja confirmação de sua assinatura.
- 04O STF abriu uma investigação preliminar sobre repasses de emendas parlamentares a ONGs ligadas à produtora do filme, que somam R$ 2 milhões.
- 05Mario Frias negou que Eduardo tenha sido produtor-executivo do filme 'Dark Horse' e que tenha recebido qualquer quantia do fundo de investimento.
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O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro, do PL, confirmou sua assinatura em um contrato como produtor-executivo do filme sobre seu pai, Jair Bolsonaro, intitulado inicialmente 'O Capitão do Povo'. O contrato, revelado pelo site Intercept Brasil, foi assinado em janeiro de 2024 e lhe conferiu poderes sobre a gestão financeira do projeto, incluindo a definição de orçamentos e estratégias de financiamento. Eduardo declarou que investiu R$ 350 mil (aproximadamente US$ 50 mil) para assegurar a continuidade do trabalho do diretor de Hollywood. Um aditivo de contrato, datado de fevereiro de 2024, o qualificou como financiador do filme, mas não há confirmação de que tenha sido assinado. Além disso, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, iniciou uma investigação preliminar sobre repasses de emendas parlamentares, totalizando R$ 2 milhões, direcionadas a ONGs ligadas à produtora do filme. Em resposta, Mario Frias, ex-secretário de Cultura, negou que Eduardo tenha sido produtor-executivo ou que tenha recebido qualquer quantia do fundo de investimento relacionado ao filme 'Dark Horse'.
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A investigação do STF pode impactar a reputação dos envolvidos e a transparência no uso de emendas parlamentares.
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