Influenciadora Deolane Bezerra é presa em operação contra lavagem de dinheiro do PCC
Operação prende influenciadora Deolane Bezerra e mira família de Marcola por lavagem de dinheiro do PCC
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Deolane Bezerra, influenciadora digital e advogada, foi presa em uma operação do Ministério Público de São Paulo e da Polícia Civil por lavagem de dinheiro relacionada ao Primeiro Comando da Capital (PCC). A operação também mira membros da família de Marcola, chefe da facção, com mandados de prisão e bloqueio de bens avaliados em mais de R$ 357 milhões.
- 01A operação, chamada de Operação Vénix, resultou na prisão de Deolane Bezerra e de Everton de Souza, conhecido como 'Player', operador financeiro do PCC.
- 02Seis mandados de prisão preventiva foram emitidos, incluindo para familiares de Marcola, que já está preso.
- 03A investigação começou em 2019 e revelou um esquema complexo de lavagem de dinheiro envolvendo uma transportadora de cargas em Presidente Venceslau, São Paulo.
- 04Deolane Bezerra recebeu mais de R$ 1 milhão em depósitos fracionados de origem suspeita entre 2018 e 2021, indicando possível envolvimento com o PCC.
- 05A Justiça bloqueou R$ 27 milhões em contas de Deolane, que não conseguiu justificar a origem dos fundos.
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Na manhã de quinta-feira, 21 de setembro de 2023, a influenciadora digital e advogada Deolane Bezerra foi presa em uma operação conjunta do Ministério Público de São Paulo e da Polícia Civil, focada na lavagem de dinheiro do Primeiro Comando da Capital (PCC). A operação, denominada Operação Vénix, também resultou em mandados de prisão contra parentes de Marco Herbas Camacho, conhecido como Marcola, que é o chefe da facção criminosa e já se encontra encarcerado. Além de Deolane, Everton de Souza, considerado o operador financeiro da organização, também foi preso. A investigação, que teve início em 2019, revelou um esquema de lavagem de dinheiro que utilizava uma transportadora de cargas em Presidente Venceslau, São Paulo. Deolane, que retornou ao Brasil após uma viagem a Roma, teve sua casa em Barueri e outros endereços relacionados a ela alvo de busca e apreensão. A Justiça bloqueou R$ 27 milhões em suas contas, valor que ela não conseguiu comprovar a origem, evidenciando indícios de lavagem de dinheiro. A operação destaca a complexidade da rede criminosa e a utilização de pessoas jurídicas e movimentações financeiras suspeitas para ocultar a origem ilícita dos recursos.
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A operação pode impactar a percepção pública sobre a segurança e a corrupção em São Paulo, além de afetar a vida dos envolvidos diretamente.
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