Nova pistola de ar combate coral invasor na costa brasileira
Pistola de ar é arma para combater coral invasor na costa brasileira; VÍDEO
G1 - O Portal
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Pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) desenvolveram uma pistola de ar comprimido para remover o coral-sol, uma espécie invasora que ameaça a biodiversidade marinha no Brasil. A técnica, que remove apenas o tecido vivo do coral, mostrou resultados positivos em testes realizados ao longo de quatro anos.
- 01A pistola de ar comprimido foi desenvolvida para combater o coral-sol, uma espécie invasora.
- 02A técnica remove apenas o tecido vivo do coral, preservando a rocha.
- 03Resultados positivos foram obtidos em quatro anos de testes na costa de São Paulo.
- 04A pesquisa foi publicada em uma revista científica, validando a eficácia do método.
- 05O novo método pode ser adaptado para uso em áreas maiores e com maior eficiência.
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Uma nova pistola de ar comprimido, desenvolvida por pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), visa combater o coral-sol, uma espécie invasora que ameaça a biodiversidade marinha na costa brasileira. Essa técnica inovadora remove apenas o tecido vivo do coral, sem danificar as rochas, e se mostrou mais eficiente do que métodos tradicionais, como o uso de martelos e estacas. Após quatro anos de experimentos no litoral de São Paulo, os resultados foram publicados em uma revista científica, validando a eficácia da ferramenta. O coautor do estudo, Guilherme Henrique Pereira Filho, destacou que a publicação é um marco científico que permite a aplicação prática da técnica em outras áreas. O coral-sol, originário do oceano Pacífico, foi identificado pela primeira vez no Brasil em 1980 e tem se proliferado rapidamente, competindo com espécies nativas. O método da pistola de ar foi inspirado na observação do branqueamento de corais causado por bolhas de ar de cilindros de mergulho. Os testes mostraram que o tecido removido não consegue regenerar novas colônias, tornando a técnica promissora para o manejo do coral invasor. Apesar dos resultados positivos, os pesquisadores reconhecem que ainda há desafios a serem superados para aplicar a técnica em áreas maiores e aumentar sua eficiência.
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A nova técnica pode ajudar a preservar a biodiversidade marinha, protegendo espécies nativas ameaçadas pelo coral-sol.
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