Thomas Friedman destaca a era da 'policena' e os desafios da inteligência artificial
Jornalista e prémio Pulitzer Thomas Friedman diz que o mundo “já não é plano e também não é binário. Agora é policénico”

Image: Sapo
Durante o Fórum Lisboa, o jornalista Thomas Friedman afirmou que o mundo atual é caracterizado pela 'policena', uma era de hiperconexão e múltiplas crises. Ele alertou sobre a necessidade de regras éticas para a inteligência artificial e a importância da colaboração entre Estados Unidos e China para enfrentar desafios globais.
- 01Friedman introduziu o termo 'policena' para descrever a complexidade e interconexão do mundo moderno.
- 02Ele destacou que a humanidade alcançou um poder semelhante ao de Deus, criando tecnologias que podem alterar o clima e desenvolver inteligência artificial avançada.
- 03Friedman comparou a atualidade a um 'segundo Big Bang', enfatizando a necessidade de diretrizes éticas para o uso da inteligência artificial.
- 04Ele alertou que a estratégia da China de tornar o mundo dependente de sua economia pode levar a conflitos globais.
- 05Friedman expressou preocupação com o impacto da inteligência artificial nos valores democráticos, recomendando que as pessoas evitem redes sociais.
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No segundo dia do Fórum Lisboa, o jornalista e vencedor do Prêmio Pulitzer, Thomas Friedman, apresentou sua visão sobre a atualidade, caracterizando-a como a era da 'policena', um termo que ele criou para descrever a complexidade e a interconexão das crises atuais. Friedman argumentou que a humanidade alcançou um poder divino ao criar tecnologias como a inteligência artificial, que pode superar a capacidade humana. Ele enfatizou a necessidade de estabelecer regras éticas para essa nova era, comparando a situação atual a um 'segundo Big Bang'. O jornalista também comentou sobre a estratégia da China em tornar o mundo dependente de sua economia, alertando que isso pode gerar conflitos. Além disso, Friedman expressou sua preocupação com a possibilidade de a inteligência artificial ameaçar os valores democráticos, recomendando que as pessoas evitem redes sociais, que ele considera prejudiciais à democracia. O Fórum Lisboa continua até 3 de junho na Cidade Universitária de Lisboa.
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As reflexões de Friedman sobre a inteligência artificial e a geopolitica podem influenciar debates sobre regulamentações e ética no Brasil e globalmente.
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