Desafios da Sustentabilidade Energética na Era da Inteligência Artificial
Sustentabilidade energética é um dos desafios na era da IA

Image: Jornal Economico
Dennis Teixeira, diretor-geral da Hewlett Packard Enterprise (HPE) em Portugal, destaca que a sustentabilidade energética é um dos principais desafios enfrentados pelas empresas na era da inteligência artificial (IA). O uso crescente da IA, especialmente em ferramentas de produtividade, demanda um alto consumo de energia, exigindo soluções inovadoras como o resfriamento por líquido para mitigar o impacto ambiental.
- 01O uso de inteligência artificial está em ascensão, com empresas buscando otimizar processos e aumentar a eficiência operacional.
- 02A HPE propõe soluções como o resfriamento por líquido, que pode reduzir o consumo energético em até 65%.
- 03A localização geográfica de Portugal é vantajosa para centros de dados, permitindo conexões com outros continentes através de cabos submarinos.
- 04A soberania digital é reforçada pela necessidade de que dados críticos sejam geridos por entidades locais e nacionais.
- 05A falta de autossuficiência energética na Europa pode impactar a soberania digital, limitando a capacidade computacional nacional.
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Dennis Teixeira, diretor-geral da Hewlett Packard Enterprise (HPE) em Portugal, discute os desafios da sustentabilidade energética na era da inteligência artificial (IA). Embora a IA traga benefícios significativos para as empresas, seu uso intensivo resulta em um aumento exponencial no consumo de energia, o que levanta preocupações sobre a sustentabilidade. Teixeira enfatiza que a capacidade de computação necessária para operar modelos complexos de IA está pressionando os limites dos data centers em termos de consumo energético e espaço. Para enfrentar esses desafios, a HPE introduziu soluções como o Direct Liquid Cooling, que promete uma redução de até 65% no consumo energético. Além disso, Teixeira destaca a importância da soberania digital, argumentando que os dados críticos devem ser geridos por entidades locais para garantir autonomia. A localização estratégica de Portugal, que facilita conexões com a África e as Américas, é vista como uma vantagem para o desenvolvimento de centros de dados. Contudo, a falta de autossuficiência energética na Europa pode comprometer essa soberania digital, tornando essencial que as empresas e governos considerem o impacto energético de suas inovações.
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As empresas em Portugal devem considerar soluções sustentáveis para gerenciar o consumo energético elevado associado à IA, o que pode resultar em menores custos operacionais e maior eficiência.
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