Chega planeja contestar decisão sobre declarações da ministra à PGR
Chega vai contestar decisão de não enviar declarações da ministra à PGR
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O partido Chega irá contestar a decisão do presidente da Assembleia da República, que não enviou as declarações da ministra da Saúde, Ana Paula Martins, à Procuradoria-Geral da República (PGR). A CPI do INEM, que investiga alegações de falsidade de testemunho, votará um requerimento sobre o assunto após a suspensão dos trabalhos.
- 01A presidente da CPI, Marta Silva, solicitou que o Chega apresentasse um requerimento formal sobre as declarações da ministra da Saúde.
- 02O deputado Pedro Frazão do Chega apontou 'contradições' nas declarações da ministra durante a CPI.
- 03A decisão de não remeter as declarações à PGR foi tomada pelo presidente da Assembleia, José Pedro Aguiar-Branco, que considerou insuficientes os elementos apresentados.
- 04A CPI foi criada para investigar a atuação do INEM durante uma greve em 2024 e suas relações políticas desde 2019.
- 05Aguiar-Branco alertou que a remessa de documentos à PGR sem indícios claros de falsidade poderia desvirtuar o debate político.
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O partido Chega decidiu contestar a decisão do presidente da Assembleia da República, José Pedro Aguiar-Branco, que não enviou as declarações da ministra da Saúde, Ana Paula Martins, à Procuradoria-Geral da República (PGR). O requerimento formal para essa ação foi proposto pela presidente da CPI do INEM, Marta Silva, e será votado após a suspensão dos trabalhos da comissão, que ocorreu entre 3 e 17 de junho. O deputado Pedro Frazão, do Chega, argumentou que existem 'contradições' nas declarações da ministra, especialmente sobre sua falta de conhecimento de mortes durante uma greve no INEM. Aguiar-Branco, em sua decisão, destacou que os elementos apresentados não justificam a participação da Assembleia na investigação criminal, advertindo que isso poderia transformar divergências políticas em questões penais. A CPI, composta por 24 deputados, foi aprovada em julho do ano passado para investigar responsabilidades relacionadas à atuação do INEM durante a greve de 2024 e suas relações políticas desde 2019.
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A decisão da Assembleia pode afetar a transparência e a responsabilidade política em relação à atuação do INEM durante crises de emergência.
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