Hamas rejeita nova lei israelense que institui pena de morte para ataques
Hamas considera "ilegítima" lei que condena à morte autores de ataques
Noticiasaominuto
Image: Noticiasaominuto
O Hamas classificou como 'ilegitima' a nova lei do Knesset, o parlamento de Israel, que permite a pena de morte para palestinianos envolvidos em ataques. A legislação foi aprovada por 93 votos a favor e representa uma escalada nas tensões entre Israel e Gaza, após a guerra que começou em outubro de 2023.
- 01O Hamas considera a nova lei israelense como nula e uma violação das leis internacionais.
- 02A legislação permite a pena de morte para palestinianos acusados de ataques em 2023.
- 03A lei foi aprovada por 93 votos a favor no Knesset, refletindo amplo apoio político.
- 04A guerra atual começou em 7 de outubro de 2023, resultando em milhares de mortos.
- 05A medida é vista como uma escalada das tensões entre Israel e Gaza.
Advertisement
In-Article Ad
O Hamas declarou que a nova legislação aprovada pelo Knesset, que institui a pena de morte para prisioneiros palestinianos acusados de participação em ataques, é 'ilegitima' e uma violação das convenções internacionais, incluindo a Convenção de Genebra. A lei foi aprovada com 93 votos a favor e zero contra, demonstrando o apoio unificado dos parlamentares israelenses em resposta aos ataques que resultaram na morte de cerca de 1.200 pessoas em Israel em outubro de 2023. Desde o início da guerra, mais de 72.628 palestinianos foram mortos, incluindo 846 desde a implementação do cessar-fogo. O membro do Knesset Simcha Rothman, um dos patrocinadores da lei, afirmou que o consenso em torno da medida mostra a capacidade dos deputados de se unirem em uma 'missão comum'.
Advertisement
In-Article Ad
A nova lei pode intensificar as tensões entre Israel e Gaza, afetando diretamente a segurança e a vida dos civis em ambas as regiões.
Advertisement
In-Article Ad
Reader Poll
Você acredita que a pena de morte é uma solução eficaz para os ataques terroristas?
Connecting to poll...
Ler o artigo original
Visite a fonte para a matéria completa.




