CIP pressiona UGT por clareza nas negociações da reforma laboral
CIP diz que “não vale a pena” continuar a negociar se UGT não disser o que quer
Jornal Economico
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O presidente da Confederação Empresarial de Portugal (CIP), Armindo Monteiro, afirmou que as negociações sobre a reforma laboral não avançarão sem uma definição clara da UGT sobre os pontos a serem consensualizados. Ele destacou a baixa produtividade nas discussões que se arrastam desde julho de 2025.
- 01Armindo Monteiro da CIP exige clareza da UGT para continuar as negociações.
- 02As discussões sobre a reforma laboral estão em andamento desde julho de 2025.
- 03A última reunião entre Governo, patrões e sindicatos foi considerada um retrocesso.
- 04Monteiro defende que a reforma não visa retirar direitos dos trabalhadores.
- 05Uma reunião da UGT está marcada para decidir sobre a proposta final de alterações.
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Armindo Monteiro, presidente da Confederação Empresarial de Portugal (CIP), declarou que as negociações para a reforma laboral não devem prosseguir sem que a União Geral dos Trabalhadores (UGT) especifique quais pontos precisam ser consensualizados. As discussões sobre a revisão da lei laboral, que se arrastam desde julho de 2025, têm apresentado uma produtividade baixa, com 130 medidas a serem discutidas em nove meses. Monteiro criticou a última reunião entre Governo, empregadores e sindicatos, classificando-a como um retrocesso. Ele reiterou que a proposta de reforma laboral, apresentada pelo Governo em 24 de julho de 2025, busca um equilíbrio e a manutenção da paz social, e não a retirada de direitos dos trabalhadores. Para esclarecer as dúvidas sobre a proposta, a CIP disponibilizará a versão mais recente no seu site. Uma reunião extraordinária da UGT está agendada para quinta-feira, onde será decidida a aprovação da proposta final de alterações à legislação laboral.
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Se as negociações não avançarem, isso pode afetar a estabilidade no mercado de trabalho e as condições laborais em Portugal.
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