UNITA propõe pacto político à Assembleia Nacional após negativa do governo angolano
UNITA leva pacto à Assembleia Nacional após "nega" presidencial

Image: Noticiasaominuto
Adalberto Costa Júnior, líder da União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA), apresentou um pacto de estabilidade ao Presidente João Lourenço, que foi rejeitado pelo governo. A proposta visa promover a estabilidade e a reconciliação nacional, incluindo a criação de uma nova Constituição e uma Lei de Anistia Global para crimes econômicos, mas enfrenta resistência política.
- 01O governo angolano afirmou não haver razões para aprovar a proposta da UNITA, considerando-a desnecessária no contexto atual do país.
- 02A proposta do pacto inclui a aprovação de uma nova Constituição e uma Lei de Amnistia Global, com multas para crimes econômicos.
- 03Adalberto Costa Júnior destacou a necessidade de um ambiente de diálogo e criticou a falta de pluralidade na imprensa e a criminalização de manifestações.
- 04O líder da UNITA mencionou que a situação política atual é marcada por retrocessos e a falta de consenso na Assembleia Nacional.
- 05Costa Júnior se mostrou disposto a ajudar o MPLA a melhorar sua abordagem política, especialmente em relação ao seu próximo congresso.
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Adalberto Costa Júnior, líder da União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA), se reuniu com o Presidente João Lourenço para apresentar um pacto de estabilidade, que foi rejeitado pelo governo. O governo angolano declarou que não há razões objetivas para a aprovação da proposta, que visa a estabilidade e a reconciliação nacional, incluindo a criação de uma nova Constituição e uma Lei de Amnistia Global para crimes econômicos. Costa Júnior criticou a falta de diálogo e pluralidade no país, mencionando que a criminalização de manifestações e a diminuição da liberdade de imprensa são preocupantes. Ele lamentou os retrocessos na política angolana e pediu um ambiente de debate plural na Assembleia Nacional. O líder da UNITA também se ofereceu para ajudar o Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) a melhorar seu ambiente político, especialmente com o congresso do partido marcado para dezembro. Ele enfatizou a necessidade de consenso e diálogo para enfrentar os desafios atuais do país.
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A proposta de pacto político da UNITA pode influenciar o debate legislativo na Assembleia Nacional e a dinâmica política em Angola, afetando a estabilidade e a reconciliação nacional.
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