Netanyahu adia novamente julgamento por compromissos de agenda
Netanyahu volta a adiar julgamento por ter de assistir a cerimónia

Image: Noticiasaominuto
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, adiou sua audiência no Tribunal Distrital de Jerusalém, marcada para hoje, devido à necessidade de comparecer a uma cerimônia. Os juízes expressaram descontentamento com os constantes pedidos de adiamento, que já foram atendidos várias vezes.
- 01Netanyahu já adiou várias audiências de seu julgamento por corrupção, o que gerou críticas dos juízes.
- 02A juíza Rivka Friedman-Feldman alertou que os pedidos de adiamento não podem ser atendidos indefinidamente, especialmente para compromissos não relacionados à segurança.
- 03Netanyahu é o primeiro primeiro-ministro da história de Israel a ser julgado enquanto ocupa o cargo, enfrentando acusações de suborno, fraude e abuso de poder.
- 04O julgamento foi iniciado em dezembro de 2024, após uma decisão judicial obrigando Netanyahu a comparecer, apesar dos pedidos de adiamento até março de 2025.
- 05O caso mais grave contra Netanyahu é o 'Caso 4000', que envolve acusações de corrupção relacionadas ao grupo Bezeq e ao portal de notícias Walla.
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Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel, adiou sua audiência no Tribunal Distrital de Jerusalém, que estava agendada para hoje, para participar de uma cerimônia. Este pedido de adiamento foi recebido com críticas pelos juízes, que já haviam atendido a solicitações anteriores do premier. A juíza Rivka Friedman-Feldman expressou que, enquanto questões de segurança são compreensíveis, compromissos como cerimônias não justificam mais adiamentos. Netanyahu enfrenta um julgamento histórico, sendo o primeiro primeiro-ministro israelense a ser julgado enquanto no cargo, com acusações de suborno, fraude e abuso de poder em três casos distintos. O mais sério, o 'Caso 4000', envolve alegações de que Netanyahu favoreceu a maior empresa de telecomunicações de Israel em troca de cobertura positiva do governo por um portal de notícias. O julgamento começou em dezembro de 2024, após uma decisão judicial que obrigou sua presença, apesar dos pedidos de seus advogados para atrasar as audiências até março de 2025.
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O adiamento do julgamento pode prolongar a incerteza política em Israel, afetando a confiança pública nas instituições.
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