Justiça de Mato Grosso exige plano para solucionar superlotação carcerária em 60 dias
Justiça dá 60 dias para MT apresentar solução para superlotação que afeta 13 mil presos
G1 - O Portal
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A Justiça de Mato Grosso, Brasil, deu um prazo de 60 dias para o governo estadual apresentar um plano para resolver a superlotação que afeta mais de 13 mil presos em regime semiaberto. A decisão, do juiz Bruno D’Oliveira Marques, destaca a necessidade urgente de implementar uma unidade prisional que já está pronta em Cuiabá.
- 01A Justiça determinou 60 dias para o governo de Mato Grosso apresentar um plano contra a superlotação carcerária.
- 02Mais de 13 mil presos estão em regime semiaberto sem estrutura adequada.
- 03A unidade prisional em Cuiabá, embora pronta, ainda não está em funcionamento.
- 04O secretário de Justiça, Valter Furtado Filho, será intimado a cumprir a decisão.
- 05Multas e outras sanções podem ser aplicadas se o plano não for apresentado.
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A Justiça de Mato Grosso estabeleceu um prazo de 60 dias para que o governo estadual elabore um plano visando resolver a superlotação carcerária que afeta 13.201 presos em regime semiaberto. A decisão foi proferida pelo juiz Bruno D’Oliveira Marques, da Vara Especializada em Ações Coletivas de Cuiabá, e se baseia em um processo que tramita desde 2009. A unidade prisional em Cuiabá, embora já construída, ainda não está em funcionamento, o que evidencia a falta de cumprimento de decisões judiciais anteriores. O juiz criticou a situação, afirmando que não é aceitável que o estado mantenha uma retórica de combate ao crime enquanto falha em implementar a infraestrutura necessária para o sistema prisional. O governo havia utilizado um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) para justificar os atrasos, mas a Justiça negou a prorrogação desse acordo. O plano exigido deve incluir detalhes sobre a unidade de Cuiabá e outras unidades em cidades como Rondonópolis e Cáceres. Se o plano não for apresentado, o secretário de Justiça poderá enfrentar multas de até R$ 50 mil e outras sanções, incluindo a possibilidade de afastamento do cargo.
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A decisão da Justiça visa garantir a criação de vagas e melhorar as condições do sistema prisional, afetando diretamente a vida de mais de 13 mil presos em Mato Grosso.
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