Fraude em Licitação no Paraná: Empresário e Secretários do Governo Citados em Áudios
'O Paraná é seu': gravação feita por empresário leva a investigação de fraude em licitação milionária; secretários do governo do estado são citados na conversa
G1 - O Portal
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A Justiça do Paraná autorizou a quebra de sigilo bancário do empresário Adolfo Jachinski Neto, suspeito de fraudar uma licitação de quase R$ 4 milhões para a compra de equipamentos para a Polícia Civil. Áudios gravados por outro empresário revelam possíveis conluios entre empresas e influências de secretários do governo estadual.
- 01Adolfo Jachinski Neto é investigado por fraudar licitação de R$ 4 milhões.
- 02Áudios indicam combinação de resultados e simulação de competição entre empresas.
- 03Secretários do governo do Paraná são citados nas gravações.
- 04A Justiça autorizou a quebra de sigilo bancário do empresário e da sua empresa.
- 05O governo do Paraná defende a transparência do processo licitatório.
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A Justiça do Paraná está investigando o empresário Adolfo Jachinski Neto, dono da EBTS (Empresa Brasileira de Tecnologias e Sistemas), por suposta fraude em uma licitação de R$ 4 milhões para a compra de equipamentos para a Polícia Civil. A investigação foi impulsionada por áudios gravados por Jonny Rocha Braga, que indicam uma combinação de resultados e a simulação de uma competição entre empresas. Nos áudios, Jachinski Neto menciona a colaboração com secretários do governo, incluindo Guto Silva, então Secretário-Chefe da Casa Civil, e Rômulo Marinho, ex-secretário de Segurança Pública. O juiz Leandro Leite Carvalho Campos, responsável pela decisão, destacou que as gravações apontam para um esquema de direcionamento da licitação, onde empresas atuavam em conjunto para garantir resultados previamente combinados. Apesar das evidências, a Justiça ainda não confirmou se pagamentos indevidos foram realizados. O governo do Paraná se defendeu, afirmando que a licitação foi conduzida de forma transparente e que os equipamentos estão em uso pela Polícia Civil desde 2019.
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A fraude em licitações pode impactar a confiança pública nas instituições e na gestão de recursos públicos, afetando a segurança e o financiamento de serviços essenciais.
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