Juiz anula inquérito contra ex-assessor de Raquel Lyra por denúncia caluniosa
Juiz anula inquérito que investigou ex-assessor de Raquel Lyra por 'denunciação caluniosa' contra deputada
G1 - O Portal
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O juiz Hugo Vinicius Castro Jiménez anulou o inquérito que investigava Manoel Pires Medeiros Neto, ex-assessor da governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, por uma denúncia caluniosa contra a deputada Dani Portela. A decisão, que também concedeu habeas corpus ao jornalista, ressalta que a Polícia Legislativa não deve investigar parlamentares como vítimas de forma diferenciada.
- 01O inquérito foi iniciado em abril de 2025 após Manoel Medeiros fazer uma denúncia anônima contra a deputada Dani Portela.
- 02A denúncia alegava que a deputada contratou uma 'empresa fantasma' para serviços em seu gabinete na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe).
- 03Manoel Medeiros pediu exoneração do cargo de assessor especial após as acusações de montar uma 'milícia digital'.
- 04O juiz seguiu a recomendação do Ministério Público de Pernambuco (MPPE) para anular o inquérito, argumentando que a atuação da Polícia Legislativa deve ser restrita à segurança institucional.
- 05Na decisão, o juiz destacou que a investigação não pode obstruir a liberdade de imprensa.
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O juiz Hugo Vinicius Castro Jiménez, da 13ª Vara Criminal da Capital, anulou o inquérito que investigava Manoel Pires Medeiros Neto, ex-assessor especial da governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), por 'denúncia caluniosa' contra a deputada Dani Portela (PT). A investigação teve início em abril de 2025, após Medeiros fazer uma denúncia anônima em uma lan house, acusando Portela de contratar uma 'empresa fantasma' para serviços em seu gabinete na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe). O presidente da Alepe, Álvaro Porto (MDB), havia acusado Medeiros de formar uma 'milícia digital' para disseminar informações falsas sobre adversários do governo. Após as acusações, Medeiros pediu exoneração do cargo. O juiz decidiu anular o inquérito, seguindo a orientação do Ministério Público de Pernambuco (MPPE), que argumentou que a Polícia Legislativa deve atuar apenas na proteção da segurança institucional e não investigar parlamentares de forma diferenciada. Além disso, o juiz concedeu habeas corpus a Medeiros, afirmando que a investigação não deve obstruir a liberdade de imprensa.
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A decisão do juiz pode influenciar a forma como denúncias contra parlamentares são tratadas, reforçando a proteção da liberdade de imprensa e limitando o alcance da Polícia Legislativa.
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