CFP alerta: Aumento da despesa compromete redução da carga fiscal em Portugal
CFP avisa: Aumento da despesa compromete reduções da carga fiscal

Image: Noticiasaominuto
O Conselho das Finanças Públicas (CFP) de Portugal revelou que a despesa corrente primária atingiu 35,9% do PIB em 2025, um aumento que compromete a redução da carga fiscal. As despesas sociais e com pessoal foram os principais fatores desse crescimento, que resultou em uma carga fiscal de 35,3% do PIB, limitando o espaço orçamentário para investimentos futuros.
- 01A despesa corrente primária cresceu 6,9% em 2025, com despesas sociais e de pessoal representando mais de 80% desse aumento.
- 02A carga fiscal aumentou 0,3 pontos percentuais, atingindo 35,3% do PIB em 2025.
- 03A despesa corrente primária ajustada ultrapassa a carga fiscal em cerca de 0,6 pontos percentuais do PIB.
- 04O CFP alerta que essa dependência da carga fiscal limita o financiamento de investimentos públicos.
- 05Em 2025, as Administrações Públicas de Portugal registraram um excedente de 0,7% do PIB.
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O Conselho das Finanças Públicas (CFP) de Portugal destacou um aumento significativo na despesa corrente primária, que alcançou 35,9% do PIB em 2025, marcando o segundo ano consecutivo de crescimento. Esse aumento, de 6,9% em relação ao ano anterior, foi principalmente impulsionado por despesas sociais, que cresceram 5,9% (totalizando 3.054 milhões de euros), e despesas com pessoal, que aumentaram 7,6% (correspondendo a 2.290 milhões de euros). O CFP alertou que esse crescimento compromete a possibilidade de reduções significativas na carga fiscal, que subiu para 35,3% do PIB, um aumento de 0,3 pontos percentuais em relação a 2024. Além disso, a despesa corrente primária ajustada supera a carga fiscal em 0,6 pontos percentuais do PIB, o que reduz o espaço orçamentário para financiar investimentos públicos e pode afetar negativamente o crescimento econômico de Portugal. A instituição enfatizou que, sem medidas estruturais para controlar a despesa, a capacidade de resposta a desafios futuros poderá ser comprometida, aumentando a dependência de financiamento por meio de uma carga fiscal elevada ou endividamento.
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O aumento da carga fiscal e da despesa corrente primária pode resultar em menos recursos disponíveis para investimentos públicos, afetando o crescimento econômico e a capacidade de resposta a futuras crises.
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