Receita de impostos para o SNS chega a 1.200 milhões de euros em 11 anos
Saúde arrecada 1.200 milhões em impostos em 11 anos
Sapo
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Desde 2015, o Serviço Nacional de Saúde (SNS) em Portugal arrecadou 1.200 milhões de euros em impostos, com mais da metade proveniente de bebidas açucaradas. As taxas extraordinárias sobre a indústria farmacêutica e dispositivos médicos também contribuíram significativamente. A previsão para 2026 é de 286 milhões de euros adicionais, destacando a importância dessas receitas para a sustentabilidade do SNS.
- 01Mais de 660 milhões de euros foram arrecadados apenas com o imposto sobre bebidas açucaradas desde 2017.
- 02A receita do imposto sobre o tabaco deverá totalizar 240,3 milhões de euros entre 2025 e 2026.
- 03A primeira taxa extraordinária, a CEIF, foi criada em 2015 e varia entre 2,5% e 14,3% sobre as vendas de medicamentos.
- 04Em 2026, o SNS passará a receber uma taxa de 2% sobre a receita total líquida do imposto sobre o tabaco, mudando o modelo de arrecadação.
- 05A Associação de Bebidas Refrescantes Não Alcoólicas (PROBEB) pediu o fim do imposto sobre bebidas açucaradas, alegando que já cumpriram as metas de redução de açúcar.
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Desde 2015, o Serviço Nacional de Saúde (SNS) de Portugal arrecadou aproximadamente 1.200 milhões de euros em impostos, com a maior parte proveniente de bebidas açucaradas, que representam mais da metade dessa receita. Entre 2015 e 2026, a previsão é de que o SNS receba 286 milhões de euros adicionais, destacando a importância dessas taxas para a sustentabilidade do sistema de saúde. O imposto sobre bebidas açucaradas, introduzido em 2017, gerou mais de 660 milhões de euros, enquanto a receita do imposto sobre o tabaco deve totalizar 240,3 milhões de euros entre 2025 e 2026. A primeira contribuição extraordinária, a Contribuição Extraordinária sobre a Indústria Farmacêutica (CEIF), foi criada em 2015 e varia entre 2,5% e 14,3% sobre as vendas de medicamentos. Em 2026, o SNS mudará para um modelo de arrecadação de 2% sobre a receita total líquida do imposto sobre o tabaco, o que pode reduzir o montante transferido. A PROBEB, que representa a indústria de bebidas, pediu o fim do imposto sobre bebidas açucaradas, argumentando que já cumpriram as metas de redução de açúcar estabelecidas pelo governo.
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O financiamento do SNS através desses impostos ajuda a garantir a sustentabilidade do sistema de saúde em Portugal, impactando diretamente a disponibilidade de serviços de saúde para a população.
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