Empresas exigem responsabilidade nas reformas trabalhistas em Portugal
Empresas pedem “responsabilidade” aos partidos na discussão laboral
Sapo
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A Associação Empresarial de Portugal (AEP) e a Business Roundtable Portugal (BRP) pedem ao Parlamento que mantenha a ambição das reformas trabalhistas, visando aumentar a competitividade e os salários. Apesar do pleno emprego, as empresas alertam para problemas estruturais que exigem um regime laboral mais flexível e moderno para atender às novas realidades econômicas.
- 01A AEP e a BRP destacam a necessidade de um regime laboral que responda às mudanças do mercado de trabalho e promova a produtividade.
- 02O presidente da AEP, Luís Miguel Ribeiro, enfatiza que as reformas devem ser transformadoras e atender aos desafios reais das empresas.
- 03Pedro Ginjeira do Nascimento, da BRP, critica a proteção excessiva dos sindicatos, que favorece trabalhadores já empregados em detrimento dos jovens.
- 04A AEP representa milhares de pequenas e médias empresas (PMEs) em Portugal, enquanto a BRP abrange 42 grandes empresas com mais de 218 mil funcionários.
- 05O partido Chega condiciona seu apoio às reformas trabalhistas a demandas como a redução da idade da aposentadoria e aumento dos dias de férias.
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As associações AEP e BRP estão pressionando o Parlamento português a aprovar reformas trabalhistas que aumentem a competitividade e melhorem os salários. Apesar do pleno emprego, Luís Miguel Ribeiro, presidente da AEP, alerta que problemas estruturais persistem, exigindo um regime laboral mais moderno e flexível. Ele destaca que as reformas devem ser transformadoras, respondendo aos desafios do mercado de trabalho em constante mudança. Pedro Ginjeira do Nascimento, secretário-geral da BRP, critica a proteção excessiva dos sindicatos, que muitas vezes favorecem trabalhadores já empregados, dificultando a entrada de jovens no mercado. Ambas as associações representam uma parte significativa do setor empresarial, com a AEP sendo a maior associação empresarial de Portugal. A proposta de reforma também enfrenta desafios políticos, com o partido Chega condicionando seu apoio a demandas específicas, como a redução da idade da aposentadoria e o aumento dos dias de férias, o que pode complicar ainda mais a aprovação das reformas necessárias.
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Se as reformas forem aprovadas, podem levar a um aumento dos salários e a uma melhoria das condições de trabalho, beneficiando trabalhadores e empresas em Portugal.
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