Conflito entre promotora do MP e Exército durante operação em Plácido de Castro, Acre
Promotora do MP se altera durante abordagem do Exército em região de fronteira no AC: 'Você não é autoridade'
G1 - O Portal
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A promotora de Justiça Patrícia Paula, do Ministério Público do Acre, teve um desentendimento com militares do Exército Brasileiro durante a Operação Ágata 2026 em Plácido de Castro, Acre. Ela questionou a legalidade da abordagem, afirmando que os militares não tinham autoridade, enquanto o Exército reforçou sua legitimidade na região de fronteira.
- 01A promotora Patrícia Paula questionou a abordagem do Exército durante a Operação Ágata 2026.
- 02O Exército realiza operações na região de fronteira para combater crimes transfronteiriços.
- 03A promotora estava de licença médica e não estava exercendo suas funções no momento da abordagem.
- 04O Exército possui autoridade legal na região de fronteira, conforme legislação vigente.
- 05A operação visou aumentar a presença das forças armadas para combater atividades ilícitas.
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Na última quinta-feira (30), a promotora de Justiça Patrícia Paula, do Ministério Público do Acre (MP-AC), se alterou durante uma abordagem do Exército Brasileiro no Ramal Novo Horizonte, em Plácido de Castro, Acre. O incidente ocorreu durante a Operação Ágata 2026, que visa combater crimes transfronteiriços e ambientais na Amazônia. Em um vídeo, a promotora é vista discutindo com os militares, questionando a legitimidade da operação e afirmando que eles não tinham autoridade para realizar a abordagem. O MP-AC informou que Patrícia está de licença médica e não estava em suas funções no momento. O coronel Assis dos Santos, coordenador do Grupo Especial de Operações em Fronteira (Gefron), explicou que a operação é legal e que o Exército possui poder de polícia na região de fronteira, permitindo a atuação direta no combate a crimes. Após a abordagem, a promotora foi liberada após apresentar sua identificação como funcionária do MP-AC.
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A situação destaca a atuação do Exército na região de fronteira e a legalidade de suas operações, o que pode afetar a percepção da população sobre a segurança e a autoridade das forças armadas.
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