Ativistas portugueses relatam tortura após detenção em Gaza
Portugueses na flotilha já chegaram ao Porto: "Fomos torturados"

Image: Noticiasaominuto
Dois médicos portugueses que integravam uma flotilha humanitária para Gaza, interceptada por forças israelitas, retornaram a Portugal relatando tortura e violência. Beatriz Bartilotti expressou sua tristeza pela falta de solidariedade em relação à violência cotidiana enfrentada pelos palestinos, enfatizando a necessidade de repensar as relações com Israel.
- 01Beatriz Bartilotti afirmou que a flotilha foi alvo de 'muita violência' e que os ativistas foram torturados e espancados.
- 02Ela criticou a falta de solidariedade com os palestinos, afirmando que a atenção só surge quando não-palestrinos são afetados.
- 03Bartilotti pediu uma reavaliação das relações diplomáticas e econômicas de Portugal com Israel, considerando-o um 'Estado genocida'.
- 04Ela relatou que, durante a detenção, pelo menos 35 pessoas ficaram com membros quebrados e foram alvo de violência sistemática.
- 05Os ativistas foram mantidos em condições severas, sem contato com o mundo, e Bartilotti descreveu a experiência como 'horrível'.
Advertisement
In-Article Ad
Os médicos portugueses Beatriz Bartilotti e seu colega, que faziam parte de uma flotilha humanitária interceptada por forças israelitas ao tentar chegar a Gaza, retornaram recentemente a Portugal. Ao chegar ao Aeroporto Francisco Sá Carneiro, Beatriz relatou que a experiência foi marcada por 'muita violência', incluindo tortura e espancamento. Ela expressou sua frustração com a falta de solidariedade em relação à violência diária enfrentada pelos palestinos, afirmando que a atenção só surge quando pessoas de fora são afetadas. Bartilotti enfatizou a urgência de repensar as relações de Portugal com Israel, descrevendo o país como um 'Estado genocida' que ocupa terras ilegalmente. Durante a detenção, ela mencionou que pelo menos 35 ativistas sofreram ferimentos graves, incluindo membros quebrados, e que as condições de detenção foram extremamente severas, com os detidos sendo mantidos em um 'barco-prisão' e depois em uma prisão no deserto. Apesar de não ter sofrido ferimentos graves, Bartilotti descreveu a experiência como 'horrível' e pediu por ações concretas contra Israel.
Advertisement
In-Article Ad
A situação dos médicos e ativistas pode gerar um debate sobre a política externa de Portugal em relação a Israel e a necessidade de ações contra violações de direitos humanos.
Advertisement
In-Article Ad
Reader Poll
Você acredita que Portugal deve reavaliar suas relações com Israel?
Connecting to poll...
Ler o artigo original
Visite a fonte para a matéria completa.


%2Fhttps%3A%2F%2Fi.s3.glbimg.com%2Fv1%2FAUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a%2Finternal_photos%2Fbs%2F2026%2FC%2FF%2FdBUoI1SY6TlgjpZpdrqA%2F2026-05-22t074148z-202638754-rc2r2s82epa3-rtrmadp-3-italy-slowfood.jpg&w=1200&q=75)


