Exposição Inclusiva em Santarém Proporciona Experiência Sensorial a Visitantes com Deficiência Visual
Exposição inclusiva segue aberta no Centro Cultural João Fona e emociona visitantes cegos e com baixa visão em Santarém
G1 - O Portal
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A exposição inclusiva 'Anãma Tapajós: Histórias e Memórias Impressas no Barro' no Centro Cultural João Fona, em Santarém, Pará, está aberta até 22 de maio. Com recursos de audiodescrição, cerca de 20 visitantes cegos e com baixa visão vivenciaram uma experiência sensorial única, promovendo a inclusão e a acessibilidade cultural na região.
- 01A exposição conta com 95 peças artísticas, incluindo remos em madeira, pinturas, tecidos e esculturas em barro.
- 02O artista Vítor Matos enfatizou a necessidade de tornar a arte acessível e inclusiva para pessoas com deficiência visual.
- 03A consultora em audiodescrição, Andréa Simone Colares, destacou que a audiodescrição beneficia não apenas pessoas cegas, mas também autistas, disléxicos e analfabetos.
- 04Viviane Miranda, uma visitante, expressou gratidão por poder tocar as obras, algo que não teve a oportunidade de fazer em visitas anteriores.
- 05Sabrina Kelly dos Santos, outra visitante, ressaltou a importância da iniciativa para inspirar outros artistas a produzirem materiais acessíveis.
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A exposição 'Anãma Tapajós: Histórias e Memórias Impressas no Barro', que permanece aberta até o dia 22 de maio no Centro Cultural João Fona, em Santarém, Pará, tem se destacado como um modelo de acessibilidade cultural na região. Recentemente, cerca de 20 pessoas cegas e com baixa visão participaram de uma visita sensorial, onde puderam explorar nove peças em alto-relevo com o auxílio de audiodescrição. O artista visual Vítor Matos, responsável pelas obras, enfatizou a importância da inclusão na arte, afirmando que “a arte tem que ser acessível e inclusiva”. A exposição reúne 95 peças artísticas, incluindo remos em madeira e esculturas em barro, e busca imergir os visitantes nas narrativas amazônicas relacionadas à memória e ancestralidade. A consultora Andréa Simone Colares destacou que a audiodescrição não só beneficia pessoas cegas, mas também autistas e disléxicos. Os visitantes expressaram suas emoções e gratidão pela oportunidade de interagir com a arte de forma acessível, ressaltando a importância de iniciativas como essa para a democratização do acesso à cultura.
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A exposição promove a inclusão cultural e a acessibilidade, permitindo que pessoas com deficiência visual tenham acesso à arte de forma interativa e sensorial.
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