Lisboa e Porto se destacam no mercado imobiliário de varejo em Portugal
Lisboa e Porto afirmam-se como polos dominantes do imobiliário de retalho em Portugal

Image: Sapo
Lisboa e Porto emergem como líderes no setor imobiliário de varejo em Portugal, com Lisboa prevendo uma receita de 20 bilhões de euros em 2025, representando 29% do total nacional. O crescimento é impulsionado pelo turismo e pela escassez de espaços comerciais disponíveis, refletindo-se nas altas taxas de ocupação e nos preços elevados de aluguel.
- 01Lisboa concentra 51,3% das compras realizadas em Portugal, beneficiando-se de 15,9 milhões de dormidas no último ano.
- 02Os aluguéis comerciais em Lisboa variam de 65 a 240 euros por metro quadrado, com a Avenida da Liberdade oferecendo os maiores retornos para investidores.
- 03O Porto, embora em segundo lugar, viu um crescimento de 4,6% na procura turística, atingindo quase 10 milhões de dormidas em 2025.
- 04A moda é o setor que mais ocupa espaços em ambas as cidades, com 47% das intenções de investimento em Lisboa e 53% no Porto.
- 05A taxa de disponibilidade de imóveis comerciais é de 5% em Lisboa e 6% no Porto, evidenciando a competição acirrada entre marcas.
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Lisboa e Porto estão se firmando como os principais centros do mercado imobiliário de varejo em Portugal, conforme revelado por um estudo da aRetail em colaboração com a Gestvalt. Lisboa lidera com uma previsão de faturamento de 20 bilhões de euros em 2025, representando 29% do total nacional, impulsionada por um boom turístico que resultou em 15,9 milhões de dormidas no último ano. A Grande Lisboa concentra 51,3% das compras do país, com a demanda por espaços comerciais sendo liderada pelo setor de restauração, que representa 47% das intenções de investimento. Os preços de aluguel variam entre 65 e 240 euros por metro quadrado, com a Avenida da Liberdade sendo a mais lucrativa para investidores. O Porto, em segundo lugar, registrou um crescimento de 4,6% na procura turística, com quase 10 milhões de dormidas em 2025. Apesar de uma taxa de disponibilidade de apenas 6% de espaços comerciais, a cidade continua a atrair investimentos, especialmente na moda e restauração, refletindo tendências semelhantes às de Lisboa. Ambos os mercados enfrentam desafios devido à escassez de oferta e à alta competição entre marcas.
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O aumento da atividade imobiliária em Lisboa e Porto impacta diretamente o mercado de trabalho local, especialmente nos setores de moda e restauração.
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