Economistas minimizam preocupações sobre reembolsos da dívida em Portugal
Economistas afastam receios da UTAO nos reembolsos da dívida
Jornal Economico
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Economistas em Portugal desdramatizam os alertas da Unidade Técnica de Apoio Orçamental (UTAO) sobre os reembolsos da dívida, que totalizam 214,5 bilhões de euros até 2038. Apesar da pressão financeira prevista, especialistas acreditam que a gestão da dívida está sendo feita de forma eficiente e que não há necessidade de alarme.
- 01Reembolsos da dívida pública em Portugal totalizarão 214,5 bilhões de euros até 2038.
- 02Os anos de maior pressão de reembolsos serão 2026, 2027 e 2035.
- 03Economistas acreditam que a gestão da dívida está sendo feita de forma eficiente.
- 04Erros históricos nos governos anteriores limitaram a emissão de dívidas a taxas mais longas.
- 05A UTAO alerta para um aumento nos reembolsos, mas especialistas não preveem crises imediatas.
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A Unidade Técnica de Apoio Orçamental (UTAO) de Portugal alertou para um elevado montante de reembolsos da dívida pública, totalizando 214,5 bilhões de euros até 2038, com amortizações anuais variando entre 9 e 24,4 bilhões de euros. Economistas, como João Moreira Rato e Pedro Brinca, minimizam as preocupações, afirmando que a gestão da dívida está sendo feita de forma eficiente, apesar de um 'erro histórico' nos governos anteriores que não aproveitaram taxas de juros baixas para garantir maturidades mais longas. Os anos de maior pressão de reembolsos serão 2026, com 24,4 bilhões de euros, e 2027, com 21,9 bilhões de euros. A UTAO também considera os reembolsos de empréstimos do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e do Programa de Assistência Económica e Financeira (PAEF) que começarão a ser pagos em 2032. Apesar das preocupações, os economistas acreditam que a situação atual é estável e que há mecanismos para lidar com possíveis crises de liquidez.
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Os reembolsos da dívida poderão afetar a capacidade do governo de investir em serviços públicos e infraestrutura, dependendo da gestão eficiente das finanças.
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