Escassez de Peões de Estância no Rio Grande do Sul: Atração pela Vida Urbana
Dia do Trabalhador: RS enfrenta escassez de profissionais para atuar como peão de estância
G1 - O Portal
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O Rio Grande do Sul enfrenta uma crescente escassez de peões de estância, trabalhadores tradicionais do campo, que estão migrando para empregos urbanos em busca de melhores salários. Essa transição, exemplificada por Joaquim Pedro Rodrigues, ex-peão que se tornou caminhoneiro, está dificultando a contratação de mão de obra nas fazendas.
- 01A escassez de peões de estância no Rio Grande do Sul está aumentando.
- 02Trabalhadores estão migrando para a cidade em busca de melhores salários.
- 03Joaquim Pedro Rodrigues exemplifica essa mudança ao se tornar caminhoneiro.
- 04Agências do Sistema Nacional de Emprego (Sine) estão anunciando vagas para peões.
- 05A vida no campo oferece qualidade de vida, mas muitos buscam propostas financeiras mais atrativas.
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O Rio Grande do Sul está enfrentando uma crescente escassez de peões de estância, profissionais que tradicionalmente trabalham com gado. A busca por melhores salários tem levado esses trabalhadores a deixar o campo em direção a empregos urbanos. Joaquim Pedro Rodrigues, um ex-peão que agora trabalha como caminhoneiro, ilustra essa mudança, explicando que a decisão foi difícil, mas necessária por questões financeiras. Ele menciona que o salário de um capataz varia entre R$ 2.500 e R$ 3.000. Essa tendência tem dificultado a contratação de mão de obra nas fazendas, com anúncios de vagas para peões campeiros sendo cada vez mais comuns nas redes sociais e agências do Sistema Nacional de Emprego (Sine). Apesar do crescimento do setor agropecuário, que criou cerca de mil empregos em 2025, a procura por trabalhadores rurais tem diminuído. Eduardo Condorelli, do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), observa que muitos que migraram para a cidade enfrentam dificuldades e podem perceber que a vida no campo oferece uma qualidade de vida melhor, mesmo que não necessariamente com salários mais altos. Joaquim resume seu dilema: ele retornaria ao campo se encontrasse uma oportunidade financeira mais vantajosa.
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A escassez de peões de estância pode afetar a produção agropecuária, dificultando a contratação de mão de obra nas fazendas.
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