Condenação de professor da USP por transfobia marca avanço na luta contra a discriminação no Brasil
Condenação de professor da USP é recado para quem não tem medo de ser transfóbico no Brasil, diz ex-aluna que moveu ação
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O professor Jyrson Guilherme Klamt, da Universidade de São Paulo (USP) em Ribeirão Preto, foi condenado a três anos e dez meses de prisão por transfobia contra suas alunas travestis, Stella Branco e Louise Rodrigues. A decisão é vista como um recado para aqueles que cometem crimes de ódio e destaca a importância dos direitos da comunidade LGBTQIAP+ no Brasil.
- 01A sentença inclui o pagamento de um salário mínimo mensal por um ano a uma instituição que atende a comunidade LGBT+ e uma reparação moral de R$ 10 mil (aproximadamente $2.000 USD) para cada uma das vítimas.
- 02Stella e Louise foram as primeiras alunas travestis a se formarem em medicina na USP de Ribeirão Preto.
- 03O advogado das vítimas, Everton Reis, enfatizou a importância do caso para discutir os direitos da população LGBTQIAP+, especialmente em relação ao uso de banheiros.
- 04A Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto instaurou um processo administrativo assim que tomou conhecimento da situação, demonstrando compromisso com a diversidade.
- 05O Brasil lidera a lista de países que mais matam pessoas trans, segundo a Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra), evidenciando a gravidade da transfobia no país.
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A condenação do professor Jyrson Guilherme Klamt, da Universidade de São Paulo (USP) em Ribeirão Preto, a três anos e dez meses de prisão por transfobia, representa um avanço significativo na luta contra a discriminação no Brasil. Stella Branco e Louise Rodrigues, as alunas travestis que moveram a ação, destacaram que a decisão é um recado para aqueles que cometem crimes de ódio, desafiando a sensação de impunidade que muitos sentem. A sentença inclui a obrigação de Klamt pagar um salário mínimo mensal a uma instituição que apoia a comunidade LGBT+ e uma reparação moral de R$ 10 mil (aproximadamente $2.000 USD) para cada uma das vítimas. Stella e Louise, que se formaram como as primeiras alunas travestis em medicina na USP, relataram experiências de discriminação e ameaças por parte do professor, que culminaram na ação judicial. O caso também ressalta a necessidade de discutir os direitos da população trans, especialmente em relação ao uso de banheiros, um direito básico que impacta diretamente a saúde e a dignidade das pessoas trans. A Faculdade de Medicina da USP afirmou seu compromisso com a diversidade, enquanto o Brasil continua a enfrentar altos índices de violência contra a comunidade trans.
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A condenação do professor pode encorajar outras vítimas de transfobia a buscar justiça e reforçar a importância dos direitos da comunidade LGBTQIAP+ no Brasil.
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