Estudos Revelam Que a Corrente do Atlântico Pode Perder Metade da Força até 2100
Grande Corrente do Atlântico vai perder metade da força até o fim do século, apontam estudos

Image: O Globo
Pesquisas indicam que a Corrente Meridional de Revolvimento do Atlântico (Amoc) pode perder até 51% de sua força até o final do século, mesmo com o cumprimento das metas de redução de CO2. Essa desaceleração pode impactar severamente biomas brasileiros, como a Amazônia e a Caatinga, alterando padrões climáticos e de chuvas.
- 01A previsão de perda de força da Amoc é mais precisa, com uma margem de erro de 8%.
- 02O estudo foi liderado por Valentin Portmann, da Universidade de Bordeaux, e publicado na revista Science Advances.
- 03A Amoc é crucial para o clima, influenciando invernos na Europa e verões no Brasil e na África.
- 04A pesquisa destaca a necessidade de monitoramento contínuo da Amoc, especialmente na região de 34,5° sul.
- 05A desaceleração da Amoc pode agravar as mudanças climáticas, aumentando a temperatura e alterando a dinâmica das chuvas.
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Estudos recentes alertam que a Corrente Meridional de Revolvimento do Atlântico (Amoc) pode perder até 51% de sua força até 2100, mesmo se as metas de redução de emissões de CO2 forem cumpridas. Essa corrente é vital para o equilíbrio climático global, afetando biomas como a Amazônia e a Caatinga. A pesquisa, liderada por Valentin Portmann da Universidade de Bordeaux, revelou que a desaceleração da Amoc pode ter consequências severas, como a alteração dos padrões de chuva e a intensificação das mudanças climáticas. O estudo, publicado na revista Science Advances, aprimorou previsões anteriores que estimavam uma redução de apenas 32% com maior incerteza. A Amoc desempenha um papel crucial na regulação do clima, transportando água quente para o norte e água fria para o sul, e sua interrupção pode levar a secas severas na Amazônia e desertificação em regiões africanas. O monitoramento contínuo da Amoc é essencial, especialmente na região de 34,5° sul, onde o Brasil mantém uma rede de observação desde 2008. A pesquisa destaca a complexidade da dinâmica oceânica e a necessidade de mais investimento em estudos para entender melhor o comportamento da Amoc.
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A perda de força da Amoc pode resultar em secas severas na Amazônia e mudanças drásticas nos padrões de chuva na Caatinga, afetando a agricultura e a biodiversidade.
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