UGT exige propostas concretas para reforma da lei do trabalho
Lei laboral. Mourão diz que só leva ao secretariado da UGT proposta “escrita e concreta”
Sapo
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O secretário-geral da União Geral dos Trabalhadores (UGT), Mário Mourão, afirmou que somente propostas 'escritas e concretas' serão apresentadas ao secretariado da UGT para a reforma da lei do trabalho. Isso ocorre após críticas de confederações empresariais em relação a cedências verbais feitas anteriormente.
- 01Mário Mourão enfatiza a necessidade de propostas escritas para a reforma da lei do trabalho.
- 02O secretariado da UGT rejeitou consensualizações em favor de propostas finais.
- 03As confederações empresariais criticaram as cedências verbais feitas na última reunião.
- 04Qualquer acordo deve ser alcançado na Concertação Social.
- 05A UGT se prepara para mais reuniões com o Governo e as confederações empresariais.
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O secretário-geral da União Geral dos Trabalhadores (UGT), Mário Mourão, declarou que apenas propostas 'escritas e concretas' serão levadas ao secretariado da UGT para discussão sobre a reforma da lei do trabalho. Durante a última reunião, foram feitas várias cedências verbais que foram apresentadas ao secretariado nacional, mas a última proposta escrita, datada de 24 de março, foi a que prevaleceu, gerando críticas das confederações empresariais. Mourão ressaltou que o que será discutido no secretariado nacional são as propostas finais e não consensualizações. Ele também indicou que, se um acordo for alcançado, deverá ser feito na Concertação Social, e não neste contexto. A UGT se prepara para mais reuniões com o Governo e as quatro confederações empresariais no Ministério do Trabalho.
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As decisões sobre a reforma da lei do trabalho podem afetar diretamente os direitos dos trabalhadores e as práticas empresariais em Portugal.
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