Deslocados internos no Sudão caem 23% desde janeiro de 2025, mas desafios humanitários persistem
Número de deslocados internos no Sudão desce 23% desde janeiro de 2025
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O Sudão enfrenta a maior crise de deslocados do mundo, com 8.936.175 deslocados internos, uma redução de 23% desde o pico de janeiro de 2025. Apesar do aumento de 4% nos retornos, muitos enfrentam condições precárias e a violência continua a ser um fator crítico na crise.
- 01O número de deslocados internos no Sudão caiu para 8.936.175, uma redução de 23% desde janeiro de 2025.
- 02Os principais estados de origem dos deslocados são Cartum, Darfur do Norte e Darfur do Sul.
- 03O conflito entre o exército sudanês e as Forças de Apoio Rápido é a principal causa das deslocações.
- 04Apesar do aumento de 4% nos retornos, 60% dos retornados encontraram suas casas danificadas ou destruídas.
- 05A OIM alerta para desafios humanitários significativos, com milhões sem acesso a serviços básicos.
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O Sudão continua a enfrentar uma grave crise de deslocados internos, com um total de 8.936.175 pessoas deslocadas, representando uma diminuição de 23% em relação ao pico de 11.585.384 registrado em janeiro de 2025. O relatório, com dados até 31 de março de 2026, também mostra uma leve redução de 1% em comparação ao mês anterior. O número de retornos aumentou 4%, totalizando 3.994.019 pessoas, das quais 83% retornaram de deslocamentos internos e 17% do exterior, com a maioria vindo do Egito, Sudão do Sul e Líbia. Os estados de origem dos deslocados incluem Cartum, Darfur do Norte e Darfur do Sul, este último com a maior concentração de deslocados. Apesar do aumento nos retornos, 60% dos que voltaram encontraram suas casas danificadas ou destruídas. O conflito entre o exército sudanês e as Forças de Apoio Rápido, que começou em 15 de abril de 2023, é o principal fator por trás das deslocações. A Organização Internacional para as Migrações (OIM) alerta que, apesar do aumento no número de retornos, desafios humanitários significativos permanecem, com milhões de pessoas ainda sem acesso a serviços básicos e vivendo em condições precárias devido à violência e deslocações contínuas.
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A situação continua a afetar milhões de pessoas no Sudão, que enfrentam dificuldades para acessar serviços básicos e condições de vida adequadas.
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