Julgamento de investigador acusado de estupro em delegacia de Sorriso é agendado
Justiça marca julgamento de investigador suspeito de estuprar mulher dentro de delegacia em MT
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O investigador da Polícia Civil, Manoel Batista da Silva, de 52 anos, terá sua audiência de instrução e julgamento no dia 11 de junho, por suspeita de ter estuprado uma mulher dentro da delegacia em Sorriso, Mato Grosso, Brasil. A acusação surgiu após um inquérito e um exame de DNA confirmarem o contato entre ele e a vítima.
- 01A audiência de instrução e julgamento ocorrerá por videoconferência, conforme decisão do juiz Arthur Moreira Pedreira de Albuquerque.
- 02O inquérito foi aberto imediatamente após a denúncia de violência sexual contra a mulher detida na delegacia.
- 03A Polícia Civil de Mato Grosso solicitou a prisão preventiva do investigador, que foi deferida pela Justiça.
- 04Um exame de DNA realizado pela Perícia Oficial confirmou o contato sexual entre o investigador e a vítima.
- 05Embora o laudo não tenha mencionado estupro, o investigador foi indiciado pelo crime após a conclusão da investigação.
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O investigador da Polícia Civil, Manoel Batista da Silva, de 52 anos, está enfrentando acusações de estupro após um incidente ocorrido dentro da delegacia em Sorriso, Mato Grosso, Brasil. A audiência de instrução e julgamento está marcada para o dia 11 de junho e será realizada por videoconferência, conforme determinado pelo juiz Arthur Moreira Pedreira de Albuquerque da 2ª Vara Criminal. A denúncia de violência sexual levou a Polícia Civil a instaurar um inquérito imediatamente, resultando na solicitação de prisão preventiva do investigador, que foi aceita pela Justiça. Em fevereiro deste ano, a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) confirmou, por meio de um exame de DNA, que houve 'conjunção carnal' entre a vítima e o investigador, embora o laudo não tenha explicitamente mencionado estupro. A Polícia Civil de Mato Grosso destacou seu compromisso com a transparência nas investigações envolvendo seus servidores e reafirmou que não tolera crimes ou desvios de conduta, assegurando que todas as denúncias são rigorosamente apuradas.
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Este caso pode afetar a confiança da comunidade na Polícia Civil e na forma como casos de violência sexual são tratados.
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