Família de Aaron Carter chega a acordo judicial com clínica psiquiátrica
Família de Aaron Carter chega a acordo com clínica que prescreveu Xanax
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A família do cantor Aaron Carter, que faleceu em 2022, chegou a um acordo com a clínica psiquiátrica de Los Angeles que prescreveu Xanax a ele. O acordo, que envolve uma quantia confidencial, resolve um processo por homicídio culposo, após alegações de prescrição excessiva de medicamentos.
- 01O acordo foi alcançado em um processo judicial por homicídio culposo contra a Amen Clinics e o psiquiatra John Faber.
- 02A quantia paga pela clínica é confidencial, mas inferior a $325 mil (cerca de €280 mil).
- 03A família alegou que houve prescrição excessiva de Xanax por parte de dois médicos e farmácias.
- 04Os acusados afirmaram que seguiram os padrões de cuidado e que a morte de Carter foi causada por inalação de gás difluoroetano.
- 05Aaron Carter foi encontrado morto em sua casa em Lancaster, Califórnia, em 5 de novembro de 2022.
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A família de Aaron Carter, o cantor que faleceu em 2022, chegou a um acordo com a Amen Clinics, uma clínica psiquiátrica de Los Angeles, em um processo judicial por homicídio culposo. Nos documentos apresentados em 12 de maio, a clínica e o psiquiatra John Faber concordaram em pagar uma 'quantia confidencial' para resolver o caso. Embora o valor exato não tenha sido divulgado, a família indicou que está abaixo de $325 mil (cerca de €280 mil). A família alegou que houve uma prescrição excessiva de Xanax por parte de dois médicos e farmácias, resultando em 'quantidades excessivamente elevadas e com uma frequência irrazoável'. A defesa, por outro lado, argumentou que a morte de Carter foi causada pela inalação de gás difluoroetano e não por negligência da clínica. Aaron Carter foi encontrado sem vida em sua casa em Lancaster, na Califórnia, em 5 de novembro de 2022, e a causa da morte foi relacionada ao uso de medicamentos prescritos e inalação de substâncias. O caso destaca questões sobre a responsabilidade das clínicas psiquiátricas na prescrição de medicamentos controlados.
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O caso levanta questões sobre a responsabilidade das clínicas psiquiátricas na prescrição de medicamentos controlados, o que pode afetar a forma como os profissionais de saúde abordam o tratamento de pacientes com problemas de saúde mental.
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