Portugal Intensifica Combate a Incêndios com Mais de 13 Mil Operacionais
Incêndios rurais: Portugal reforça dispositivo com mais de 13 mil operacionais para enfrentar período mais crítico do ano

Image: Sapo
A partir de 1 de junho, Portugal inicia a fase Charlie do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR) 2026, mobilizando 13.335 operacionais e 78 meios aéreos para enfrentar o período crítico de incêndios. O primeiro-ministro, Luís Montenegro, enfatiza a importância da colaboração social na prevenção.
- 01A fase Charlie do DECIR mobiliza 13.335 operacionais, um aumento significativo em relação à fase anterior, que contava com 11.955 operacionais.
- 02O Governo português destina 40 milhões de euros do Fundo Ambiental para ações de prevenção de incêndios.
- 03O primeiro-ministro alertou sobre a necessidade de limpar áreas florestais obstruídas e reduzir material combustível acumulado.
- 04O novo modelo de coordenação operacional visa respostas mais rápidas e eficazes no combate a incêndios.
- 05A fase Charlie é considerada uma das mais desafiadoras do ano, com aumento das temperaturas e risco elevado de ignições.
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Portugal entra na fase Charlie do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR) 2026 a partir de 1 de junho, mobilizando um total de 13.335 operacionais e 78 meios aéreos para enfrentar o período crítico de incêndios que se estende até 30 de junho. O primeiro-ministro, Luís Montenegro, destacou a importância da colaboração entre o Estado, autarquias e cidadãos para prevenir incêndios, enfatizando que o esforço deve ser coletivo. Durante uma visita ao Comando Integrado de Prevenção e Operações (CIPO), ele alertou sobre a necessidade de acelerar as ações de prevenção, especialmente em áreas florestais com material combustível acumulado. Montenegro também anunciou um investimento de 40 milhões de euros do Fundo Ambiental para fortalecer as ações de prevenção. A fase Charlie é tradicionalmente a mais exigente do ano, coincidindo com o aumento das temperaturas e a redução da umidade, o que eleva o risco de ignições em várias regiões do país.
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O reforço no combate a incêndios pode reduzir significativamente o risco de grandes incêndios florestais em Portugal durante o verão.
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