Rubio lembra massacre de Tiananmen em 37 anos de repressão
"Nenhuma censura pode apagar o passado" de Tiananmen, diz Rubio

Image: Noticiasaominuto
O senador Marco Rubio reafirmou a importância de lembrar os protestos de Tiananmen, ocorridos há 37 anos, onde milhares de estudantes clamaram por reformas democráticas. Ele destacou que aqueles que lutaram por liberdade de expressão serão honrados, apesar da repressão contínua da China. Hong Kong e Macau foram os únicos locais na China a lembrar pacificamente o evento, até a recente repressão.
- 01O massacre de Tiananmen ocorreu em 4 de junho de 1989, quando o exército chinês usou tanques contra manifestantes pacíficos.
- 02Estimativas sobre o número de mortos variam, com algumas chegando a 10 mil, enquanto o governo chinês afirma que foram 200.
- 03Hong Kong e Macau eram os únicos locais onde o evento era lembrado pacificamente até a repressão crescente após a implementação da lei de segurança nacional.
- 04A Aliança de Hong Kong em Apoio aos Movimentos Democráticos Patrióticos da China, que organizava vigílias, foi dissolvida em agosto de 2021.
- 05A homenagem de Rubio ocorre pouco após a visita do presidente Donald Trump à China, ressaltando a complexidade das relações entre as duas potências.
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O senador Marco Rubio, em um comunicado, lembrou os 37 anos do massacre de Tiananmen, onde o exército chinês reprimiu protestos pacíficos liderados por estudantes que pediam reformas democráticas. Ele afirmou que aqueles que se sacrificaram por direitos como a liberdade de expressão serão um dia vingados e que seu legado será honrado. O evento, que ocorreu em 4 de junho de 1989, resultou em um número de mortos que ainda gera controvérsia, com estimativas que variam de 200 a 10 mil. Durante três décadas, Hong Kong e Macau foram os únicos locais na China onde o massacre era lembrado de forma pacífica, com vigílias anuais. No entanto, a repressão aumentou após a implementação da lei de segurança nacional em Hong Kong, levando à dissolução da Aliança de Hong Kong em Apoio aos Movimentos Democráticos. A homenagem de Rubio, que provavelmente irritará Pequim, acontece logo após a visita do presidente Donald Trump à China, onde ele se encontrou com o presidente Xi Jinping, enfatizando a busca por 'estabilidade estratégica' entre as duas nações.
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A crescente repressão em Hong Kong e Macau limita a liberdade de expressão e o direito à reunião pacífica.
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