Advogado com nanismo luta por adaptações em teste de concurso para delegado
Advogado com nanismo reprovado em concurso para delegado precisou brigar na Justiça por TAF adaptado para pessoa com deficiência
G1 - O Portal
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Matheus Matos Menezes, um advogado de 25 anos com nanismo, enfrentou discriminação ao ser reprovado em um teste físico para delegado. Ele lutou na Justiça por adaptações e teve sua eliminação anulada, mas foi reprovado novamente. O caso destaca a necessidade de adaptações para pessoas com deficiência em concursos públicos.
- 01Matheus Matos Menezes, advogado com nanismo, foi reprovado em um teste de salto que exigia um mínimo de 1,65 metro.
- 02A Fundação Getulio Vargas (FGV) não atendeu ao pedido de adaptações para o Teste de Aptidão Física (TAF).
- 03O Supremo Tribunal Federal (STF) anulou a eliminação de Matheus em 17 de março, permitindo que ele refizesse o teste.
- 04Após a nova tentativa, Matheus foi considerado 'inapto' em exames biofísicos e biomédicos, mas o teste específico não foi divulgado.
- 05O Instituto Nacional de Nanismo criticou a falta de adaptações adequadas, ressaltando que critérios físicos sem avaliação individualizada configuram discriminação.
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Matheus Matos Menezes, um advogado de 25 anos com nanismo, teve que lutar na Justiça após ser reprovado em um teste de salto do Teste de Aptidão Física (TAF) para um concurso de delegado na Polícia Civil de Minas Gerais. Ele alegou discriminação, pois não houve adaptações para sua condição, apesar de ter solicitado ajustes com base em laudos médicos. A Fundação Getulio Vargas (FGV), responsável pelo concurso, afirmou que as provas seguiram as regras do edital e não previam adaptações. Após a anulação de sua eliminação pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em 17 de março, Matheus refez o teste, mas foi reprovado novamente. O caso levantou questões sobre os direitos das pessoas com deficiência em concursos públicos, com o Instituto Nacional de Nanismo criticando a falta de avaliação individualizada nos critérios físicos. Matheus continua a lutar por seus direitos e os de outros candidatos com deficiência.
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O caso de Matheus destaca a necessidade de adaptações em concursos públicos para garantir igualdade de oportunidades a candidatos com deficiência.
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