Tecnologia da USP é utilizada por astronautas da missão Artemis II para monitoramento do sono
Tecnologia desenvolvida na USP foi usada por astronautas da Artemis II; entenda como funciona
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A tecnologia desenvolvida por pesquisadores da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo (EACH-USP) foi utilizada na missão Artemis II da NASA. O actígrafo, um dispositivo que monitora movimento e exposição à luz, é crucial para garantir a saúde e o desempenho dos astronautas em ambientes extremos.
- 01O actígrafo, criado na USP, é usado por astronautas da NASA para monitorar o sono.
- 02O dispositivo registra dados de movimento e exposição à luz, essenciais em missões espaciais.
- 03A falta de ciclos naturais de claro e escuro no espaço pode afetar o desempenho dos astronautas.
- 04A tecnologia é aplicada em pesquisas científicas nas áreas de sono e saúde pública.
- 05O reconhecimento internacional destaca a relevância da pesquisa brasileira em tecnologia espacial.
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Pesquisadores da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo (EACH-USP) desenvolveram o actígrafo, um dispositivo que está sendo utilizado por astronautas da missão Artemis II da NASA. Este equipamento é capaz de monitorar continuamente o movimento corporal, níveis de atividade e exposição à luz, informações cruciais para o controle dos ritmos circadianos dos astronautas. O professor Mario Pedrazzoli, especialista em cronobiologia e coordenador do projeto, destaca que a tecnologia pode ajudar a prevenir problemas de sono no espaço, onde a ausência do ciclo natural de claro e escuro pode levar à desregulação do sono e à diminuição do desempenho cognitivo. O actígrafo não apenas mede a atividade motora, mas também calcula a luz melanópica, que influencia o ajuste do corpo ao ciclo da Terra. Desenvolvido inicialmente com apoio do Programa de Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE) da FAPESP, o dispositivo agora é produzido pela Condor Instruments e tem aplicações em pesquisas científicas em diversas áreas, incluindo saúde pública e neurociência. O uso do actígrafo em missões espaciais demonstra o potencial da pesquisa brasileira no cenário internacional.
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A utilização do actígrafo em missões espaciais pode contribuir para o avanço da pesquisa científica no Brasil e melhorar a qualidade de vida através de políticas públicas relacionadas ao sono.
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