Famílias de médicos portugueses detidos por Israel se reúnem com Presidente da República
Seguro recebeu famílias dos médicos portugueses detidos por Israel: “Nem o cônsul conseguiu ainda falar com eles”
Sapo
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O Presidente da República de Portugal, António José Seguro, recebeu familiares dos médicos Beatriz Bartilotti e Gonçalo Reis Dias, detidos por Israel durante uma missão humanitária à Faixa de Gaza. As famílias não conseguiram contato com os médicos e expressaram preocupação com a falta de informações sobre seu estado de saúde.
- 01Beatriz Bartilotti e Gonçalo Reis Dias foram detidos por forças israelitas enquanto participavam da missão humanitária da Global Sumud Flotilla.
- 02O ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal, Paulo Rangel, classificou a detenção como uma violação do direito internacional.
- 03As famílias solicitaram uma segunda audiência ao Ministério dos Negócios Estrangeiros após a condenação do tratamento dado aos ativistas da flotilha.
- 04O último contato com os médicos ocorreu na manhã de 18 de outubro, quando eles informaram sobre a aproximação de embarcações militares.
- 05A Global Sumud afirmou que a interceptação da flotilha foi feita de maneira ilegal e violenta, exigindo a libertação imediata dos ativistas.
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O Presidente da República de Portugal, António José Seguro, recebeu nesta quarta-feira, no Palácio de Belém, os familiares dos médicos Beatriz Bartilotti e Gonçalo Reis Dias, que foram detidos por Israel enquanto participavam da missão humanitária da Global Sumud Flotilla em direção à Faixa de Gaza. As famílias expressaram sua preocupação com a falta de contato direto com os médicos e com a ausência de informações oficiais sobre sua saúde. A única atualização recebida foi que os médicos já teriam chegado a Israel e que estavam sendo realizados procedimentos para sua entrada no país. O ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, denunciou a detenção como uma violação do direito internacional, dado que ocorreu em águas internacionais. O governo português convocou o embaixador de Israel em Lisboa para protestar e exigir respeito pelos direitos dos cidadãos portugueses. As famílias também pediram uma nova audiência ao Ministério dos Negócios Estrangeiros, ressaltando que os médicos estavam em uma missão humanitária e não tinham qualquer ligação com o Hamas. O último contato com os médicos foi feito no dia 18 de outubro, quando eles relataram a aproximação de embarcações militares.
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A situação dos médicos detidos pode afetar a percepção pública sobre a segurança de missões humanitárias em áreas de conflito.
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