Artista Alexandre Estrela se junta a protesto na Bienal de Veneza
Alexandre Estrela adere ao protesto de hoje na Bienal de Veneza
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O artista Alexandre Estrela, que representa Portugal na 61ª Exposição Internacional de Arte da Bienal de Veneza, aderiu a um protesto contra a participação de países acusados de crimes de guerra, como Israel e Rússia. A greve, organizada pela Aliança Arte Não Genocídio, busca exigir a suspensão da 'cumplicidade institucional' da Bienal.
- 01Alexandre Estrela, artista português, se une ao protesto na Bienal de Veneza.
- 02A greve é organizada pela Aliança Arte Não Genocídio, contra a participação de Israel e Rússia.
- 03Estrela expressou solidariedade com povos oprimidos e criticou a inclusão desses países.
- 04A Comissão Europeia pode suspender o financiamento de dois milhões de euros à Bienal.
- 05A exposição permanece aberta até 22 de novembro, com eventos paralelos programados.
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Alexandre Estrela, representando Portugal na 61ª Exposição Internacional de Arte da Bienal de Veneza, anunciou sua adesão a um protesto contra a participação de países acusados de crimes de guerra, como Israel e Rússia. Ele é um dos signatários da carta da Aliança Arte Não Genocídio (ANGA), que convocou uma greve em parceria com sindicatos italianos. Estrela afirmou que, apesar da dificuldade de se posicionar durante a abertura do pavilhão português, a solidariedade com a iniciativa é fundamental. A ANGA busca acabar com a 'cumplicidade institucional' da Bienal com esses estados. A Comissão Europeia também anunciou que pode suspender o apoio financeiro à Bienal se não receber esclarecimentos sobre a participação da Rússia. Durante a exposição, que vai até 22 de novembro, o pavilhão de Portugal promoverá uma série de eventos relacionados à obra 'RedSkyFalls', que responde à atividade sísmica global. Este projeto, que convida à observação do comportamento animal como preditor de perturbações naturais, será exibido no Palácio Fondaco Marcello, em Veneza, e contará com a presença de autoridades culturais na inauguração.
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O protesto pode influenciar a percepção pública sobre a Bienal e as políticas culturais, especialmente em relação à inclusão de países controversos.
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