Redução da Privação Material e Social em Portugal: Avanços e Desafios
Há menos 1,7 milhões de pessoas com privação material e social desde a Troika

Image: Jornal Economico
Desde a intervenção da Troika, Portugal reduziu significativamente a privação material e social, com 1,7 milhões de pessoas a menos em situação de vulnerabilidade. No entanto, ainda há cerca de 1,1 milhões de portugueses enfrentando dificuldades, especialmente mulheres acima de 65 anos e residentes nos Açores. Apesar dos avanços, a privação severa permanece em 4,3%.
- 01Cerca de 10,2% da população portuguesa ainda enfrenta privação material e social, representando mais de um milhão de pessoas.
- 02A privação severa está em 4,3%, com uma redução significativa desde 2015, quando era de 10,9%.
- 03As mulheres com mais de 65 anos são as mais afetadas, com uma taxa de 15,2%.
- 04Em 2023, Portugal subiu para a 17ª posição no ranking europeu de privação material e social.
- 05Os Açores têm a maior taxa de privação, com 15,7%, seguidos pela Madeira com 13,3%.
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Portugal tem visto uma redução significativa na privação material e social desde a intervenção da Troika, com uma diminuição de 1,7 milhões de pessoas em situação de vulnerabilidade nos últimos 12 anos. Apesar desse progresso, cerca de 1,1 milhões de portugueses ainda enfrentam dificuldades, representando 10,2% da população. As mulheres com mais de 65 anos são particularmente afetadas, apresentando uma taxa de 15,2%. Os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) e do Eurostat indicam que a privação severa permanece em 4,3%. Em comparação com 2014, quando a taxa de privação material e social era de 27%, Portugal tem melhorado sua posição relativa na Europa, alcançando a 17ª posição em 2023. Os Açores lideram com a maior taxa de privação, enquanto a Área Metropolitana de Lisboa apresenta desafios significativos, com 8,7% da população incapaz de pagar suas dívidas em dia. Embora os dados mostrem uma tendência de melhora, a privação material e social ainda é uma preocupação significativa, com 18,6% da população em risco de pobreza e exclusão social em 2025.
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A persistente privação material e social afeta a qualidade de vida de milhões de portugueses, limitando o acesso a bens essenciais e serviços. Isso pode impactar diretamente a saúde e o bem-estar das populações mais vulneráveis, especialmente mulheres idosas e residentes em regiões como os Açores.
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