Grupo VITA propõe mudanças na Igreja Católica para prevenir abusos sexuais
Vítimas de abusos sexuais pedem uma Igreja "mais escrutinável"

Image: Noticiasaominuto
Um relatório do Grupo VITA, que reúne contribuições de vítimas de abuso sexual na Igreja Católica em Portugal, pede uma instituição mais responsável e transparente. As propostas incluem critérios rigorosos para seleção de clérigos, maior participação feminina e a criação de canais de denúncia eficazes para combater a impunidade.
- 01O Grupo VITA foi criado em 2023 pela Conferência Episcopal Portuguesa para abordar a violência sexual na Igreja.
- 02O relatório sugere avaliações psicológicas para futuros padres antes de ingressarem no seminário.
- 03As vítimas pedem uma Igreja mais alinhada com a dignidade humana e que promova mudanças nas práticas institucionais.
- 04A presença de mulheres em contextos eclesiais é considerada crucial para a transformação.
- 05O documento propõe a criação de canais de denúncia funcionais em cada diocese e a definição de códigos de conduta acessíveis.
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O relatório do Grupo VITA, elaborado a partir de contribuições de vítimas de violência sexual na Igreja Católica em Portugal, destaca a necessidade de uma Igreja mais responsável e escrutinável. Lançado no âmbito do projeto 'Sobre.VIVER', que começou em setembro de 2025, o documento propõe uma série de medidas para prevenir abusos, incluindo a realização de avaliações psicológicas para futuros padres e um acompanhamento contínuo durante sua formação. As vítimas enfatizam a importância de uma estrutura eclesial que respeite a dignidade humana, pedindo mudanças nas práticas institucionais que favorecem a impunidade. Além disso, o relatório sugere a criação de canais de denúncia credíveis em cada diocese e a necessidade de códigos de conduta claros e acessíveis. A presença de mulheres em posições eclesiais é considerada essencial para promover um ambiente mais seguro e inclusivo. Para as vítimas, o reconhecimento do dano deve ser genuíno e mediado por profissionais qualificados, em espaços que não sejam intimidatórios.
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As propostas visam criar um ambiente mais seguro e responsável dentro da Igreja Católica em Portugal, impactando diretamente as vítimas de abuso e suas famílias.
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