Reunião entre Brasil e EUA visa discutir novas tarifas comerciais
Governo Lula espera reunião com representante de Comércio dos EUA nesta semana para discutir tarifaço
O Globo
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O governo brasileiro, liderado por Luiz Inácio Lula da Silva, se prepara para uma reunião com o representante de Comércio dos EUA, Jamieson Greer, para discutir novas tarifas que podem impactar o comércio entre os dois países. O encontro segue acordos anteriores estabelecidos em maio e se concentra nas tarifas propostas relacionadas a práticas comerciais e trabalho forçado.
- 01A reunião está agendada para esta semana e contará com a presença dos ministros Marcio Elias Rosa e Mauro Vieira.
- 02Os EUA propuseram tarifas de até 12,5% sobre produtos de 60 países, incluindo o Brasil, por supostas falhas em relação ao trabalho forçado.
- 03A proposta de tarifa de 25% sobre produtos brasileiros foi sugerida em um relatório baseado na Seção 301 da Lei de Comércio dos EUA.
- 04O governo brasileiro acredita que será mais fácil negociar a tarifa de 25% do que a de 12,5%.
- 05As conversas entre os dois países foram descritas como positivas, com o diálogo sendo considerado produtivo.
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O governo do Brasil, sob a liderança de Luiz Inácio Lula da Silva, está se preparando para uma reunião com Jamieson Greer, representante de Comércio dos Estados Unidos, para discutir novas tarifas que podem afetar o comércio bilateral. O encontro, que ocorrerá por videoconferência, é parte de um grupo de trabalho estabelecido em maio durante uma reunião entre Lula e o então presidente Donald Trump. Os ministros Marcio Elias Rosa e Mauro Vieira também participarão das discussões. Recentemente, os EUA propuseram tarifas de até 12,5% sobre produtos de 60 países, incluindo o Brasil, citando preocupações com o trabalho forçado. Além disso, um relatório da Seção 301 sugere uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros devido a práticas comerciais consideradas desleais, abrangendo questões como propriedade intelectual e desmatamento. O governo brasileiro avalia que será mais fácil negociar a tarifa de 25% do que a de 12,5%, uma vez que a nova proposta afeta também países aliados dos EUA, como a Argentina.
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As novas tarifas podem aumentar os custos de importação para produtos brasileiros, impactando empresas e consumidores locais.
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