Professores da USP se juntam a estudantes em greve por melhorias salariais e responsabilização da PM
Professores da USP aderem a greve de estudantes, pedem melhoria salarial e responsabilização da PM por ação contra alunos
G1 - O Portal
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A Associação de Docentes da Universidade de São Paulo (Adusp) decidiu aderir à greve dos estudantes, exigindo um reajuste salarial de 7,39% e responsabilização da Polícia Militar pela ação violenta contra alunos. A greve, que já dura mais de um mês, também critica a privatização de serviços públicos e a falta de infraestrutura nas universidades.
- 01A greve foi motivada pela falta de avanços nas negociações salariais com o governo estadual.
- 02Os docentes exigem um reajuste salarial de 7,39%, que inclui a inflação e um adicional de 3%.
- 03Os estudantes e professores criticam a ação da Polícia Militar durante a desocupação da reitoria da USP, que resultou em feridos.
- 04A mobilização inclui estudantes da USP, Unicamp e Unesp, com pautas que abrangem infraestrutura e serviços básicos.
- 05A greve ganhou força após a morte da professora Sandra Regina Campos, evidenciando a precariedade dos serviços de saúde no campus.
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A Associação de Docentes da Universidade de São Paulo (Adusp) anunciou sua adesão à greve dos estudantes da USP, motivada pela falta de progresso nas negociações salariais e pela violência policial em ações contra alunos. Os professores exigem um reajuste salarial de 7,39%, que inclui a inflação e um adicional de 3%, além de melhorias no Programa de Apoio à Permanência e Formação Estudantil. A greve, que já dura mais de um mês, também critica a privatização de serviços públicos e a falta de infraestrutura nas universidades. Durante uma recente manifestação, cerca de 30 mil pessoas se reuniram em frente ao Palácio dos Bandeirantes, onde foram barrados pela Polícia Militar. A ação da PM durante a desocupação da reitoria da USP gerou feridos entre os estudantes, levando à exigência de responsabilização. A mobilização se intensificou após a morte da professora Sandra Regina Campos, destacando a precariedade dos serviços de saúde na universidade. A situação reflete um descontentamento crescente com as condições das universidades estaduais em São Paulo.
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A greve e a mobilização dos estudantes e professores têm um impacto direto nas condições de ensino e na infraestrutura das universidades estaduais em São Paulo.
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