Decisão Judicial Revoga Inibição de Poder Parental em Caso Controverso de Guarda de Menina em Portugal
Relação devolve poder parental a dirigente do Chega que cortava cebola ao pé da filha para ser entregue ao pai a chorar

Image: Sapo
O Tribunal da Relação de Évora revogou a inibição de poder parental de uma dirigente do Chega após uma longa disputa judicial pela guarda de uma menina de 12 anos. O caso envolve alegações de rituais e episódios de violência emocional, mas o tribunal considerou que ainda existe uma ligação afetiva entre mãe e filha, permitindo que a mãe mantenha suas responsabilidades parentais.
- 01A disputa judicial pela guarda da menina de 12 anos se arrasta desde o divórcio dos pais em 2015, com várias decisões judiciais contraditórias.
- 02O tribunal documentou episódios graves, incluindo rituais de desejar a morte da madrasta e um incidente em que cebola foi cortada perto da criança para fazê-la chorar antes de ser entregue ao pai.
- 03O Tribunal de Família e Menores de Setúbal havia retirado a guarda partilhada da mãe, mas a Relação de Évora reverteu essa decisão, enfatizando a ligação emocional entre mãe e filha.
- 04Os desembargadores consideraram que as ações da mãe, embora graves, não demonstravam uma deterioração irreversível do respeito devido à filha.
- 05O caso continua a gerar repercussões significativas na sociedade portuguesa devido à natureza das alegações e à complexidade do processo judicial.
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Uma disputa judicial pela guarda de uma menina de 12 anos em Portugal ganhou novos contornos após o Tribunal da Relação de Évora revogar a inibição do poder parental de uma dirigente do Chega. O caso, que já dura anos, envolve alegações graves de rituais realizados pela mãe da criança, incluindo um episódio em que cebola foi cortada perto da menina, fazendo-a chorar antes de ser entregue ao pai. O tribunal considerou que, apesar da gravidade dos relatos, ainda existe uma ligação afetiva entre mãe e filha, o que levou à decisão de permitir que a mãe mantenha suas responsabilidades parentais. O Tribunal de Família e Menores de Setúbal havia anteriormente retirado a guarda partilhada da mãe, mas a Relação de Évora reverteu essa decisão, afirmando que as ações da mãe, embora preocupantes, não demonstravam uma deterioração irreversível do respeito devido à filha. O caso continua a gerar forte impacto na sociedade, refletindo a complexidade das dinâmicas familiares e as implicações legais que envolvem o bem-estar da criança.
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A decisão judicial pode influenciar a dinâmica familiar e o bem-estar da criança, além de gerar discussões sobre as práticas de guarda e proteção infantil em Portugal.
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